Tratamento indispensável para melhoria da qualidade de vidaPSOPortugal reivindica maior acesso a medicamentos biológicos
A PSOPortugal – Associação Portuguesa de Psoríase está preocupada com o acesso dos doentes de psoríase e de artrite psoriática ao tratamento com medicamentos biológicos. Em causa está o recente Despacho Nº 18419/2010, publicado em Diário da República, 2.ª série - Nº 239 de 13 de Dezembro, que altera o procedimento em curso no tratamento com estes medicamentos.
Por Jornal Rostos
Apesar de em Portugal a prescrição de medicamentos biológicos corresponder a metade da média europeia, as medidas agora preconizadas vêm impedir o acesso de novos doentes a este tratamento considerado indispensável para a melhoria da qualidade de vida dos seus utilizadores.
“Os custos do não emprego da terapia adequada ao estágio da doença são muito superiores, pois influem na prestação profissional, social e familiar dos doentes e têm reflexos nefastos nas prestações sociais que lhe estão subsequentes, tais como hospitalizações, baixas, reformas antecipadas e outras” refere Vítor Baião, presidente da PSOPortugal.
O que a associação reivindica para o doente de psoríase e artrite psoriática é o direito à protecção da saúde conforme está consagrado na Constituição da República Portuguesa que determina que os cidadãos têm direito a “ser tratados pelos meios adequados, humanamente e com prontidão, correcção técnica, privacidade e respeito”.
Segundo estudos recentes da Universidade de Lund, na Suécia, um cidadão espanhol ou grego, tem três vezes mais probabilidades de lhe ser prescrito um tratamento biológico do que um doente português.
A psoríase é uma doença crónica da pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade. O seu aspecto, extensão, evolução e gravidade são variáveis, caracterizando-se pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afectam sobretudo os cotovelos, joelhos, região lombar, couro cabeludo e unhas. Cerca de 10 por cento dos doentes acabam por desenvolver artrite psoriática. Em Portugal esta doença afecta mais de 250 mil pessoas e cerca de 125 milhões em todo o mundo.
“Os custos do não emprego da terapia adequada ao estágio da doença são muito superiores, pois influem na prestação profissional, social e familiar dos doentes e têm reflexos nefastos nas prestações sociais que lhe estão subsequentes, tais como hospitalizações, baixas, reformas antecipadas e outras” refere Vítor Baião, presidente da PSOPortugal.
O que a associação reivindica para o doente de psoríase e artrite psoriática é o direito à protecção da saúde conforme está consagrado na Constituição da República Portuguesa que determina que os cidadãos têm direito a “ser tratados pelos meios adequados, humanamente e com prontidão, correcção técnica, privacidade e respeito”.
Segundo estudos recentes da Universidade de Lund, na Suécia, um cidadão espanhol ou grego, tem três vezes mais probabilidades de lhe ser prescrito um tratamento biológico do que um doente português.
A psoríase é uma doença crónica da pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade. O seu aspecto, extensão, evolução e gravidade são variáveis, caracterizando-se pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afectam sobretudo os cotovelos, joelhos, região lombar, couro cabeludo e unhas. Cerca de 10 por cento dos doentes acabam por desenvolver artrite psoriática. Em Portugal esta doença afecta mais de 250 mil pessoas e cerca de 125 milhões em todo o mundo.














