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Quotidianos

Central para a Valorização de CDR no BarreiroUm investimento que vai ser adiado

. Reformulação de "contratos de concessão” que actualmente são de 25 ou 30 anos, para os 50 anos, antes de qualquer processo de privatização

Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal, em entrevista, hoje, ao jornal Público refere que o investimento na construção de uma central para a valorização de CDR (combustíveis derivados de resíduos) e lamas de estações de tratamento de águas residuais, que estava projectado para o território da Baia Tejo, no Barreiro, - “vão ter de esperar porque são investimentos muito grandes”.

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Central para a Valorização de CDR no Barreiro Um investimento que vai ser adiado

Por Jornal Rostos

Na mesma entrevista, Pedro Serra, salienta que as autarquias devem ao grupo Águas de Portugal 350 milhões de euros.
Segundo refere a divida das autarquias resultarão da redução de receitas próprias e das transferências do Fundo de Equilíbrio Financeiro. As autarquias não pagando ao grupo, sublinha, devolvem o problema ao Estado.
O presidente do Grupo Águas de Portugal refere que há autarquias que “têm declarado a intenção de não continuar a utilizar” os serviços do grupo, embora, sejam – “um número limitado”.

Segundo o presidente do grupo Águas de Portugal, divulgou na entrevista ao jornal Público, em 2010, foram apresentadas propostas, visando a solução das dividas das autarquias, que poderão passar pela “reformulação de contratos de concessão”, que actualmente são de 25 ou 30 anos, para os 50 anos.
Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal, sublinha que esta é uma situação “a esclarecer, procedendo qualquer iniciativa de privatização”.

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