Água de conduta e reservatório vai ser usada para produzir energia elétrica
A Câmara de Abrantes e o consórcio Eneólica Hidropower assinaram no dia 7 de Março um contrato de arredamento do reservatório de água de Mouriscas (barragem dos Negrelinhos) e da conduta adutora do reservatório de água da Chainça, infraestruturas afetas aos Serviços Municipalizados, destinadas à instalação de micro hídricas, com vista à produção de eletricidade.

Por Jornal Rostos
Nas Mouriscas, a utilização da água armazenada no reservatório será efetuada através de um bypass a instalar pelo consórcio na descarga de fundo, cabendo-lhe a responsabilidade da manutenção. Será utilizado o caudal excedentário para aproveitamento energético, não podendo, ao longo dos 20 anos de contrato, utilizar-se as reservas de água para fins de produção de eletricidade sempre que o nível da albufeira esteja a uma cota inferior a 5 metros abaixo do nível de pleno armazenamento (cota máxima da albufeira). Houve duas preocupações essenciais neste projeto: não afetar a qualidade da água, nem a capacidade de abastecimento público.
Na Chainça, o conceito é totalmente distinto. As turbinas são colocadas à chegada do reservatório novo, na conduta de grande diâmetro que o abastece. Aqui não há qualquer consumo de água no processo, apenas o aproveitamento da sua passagem, com elevada pressão, entre a ETA (Estação de Tratamento de Água) e o reservatório. Pretende-se aproveitar um potencial energético que, atualmente, se perde completamente num jato de água, sempre que o reservatório da Chainça enche.
Pelo arrendamento das duas infraestruturas, o consórcio pagará ao município uma renda anual, em percentagem da venda de energia.
Na Chainça, o conceito é totalmente distinto. As turbinas são colocadas à chegada do reservatório novo, na conduta de grande diâmetro que o abastece. Aqui não há qualquer consumo de água no processo, apenas o aproveitamento da sua passagem, com elevada pressão, entre a ETA (Estação de Tratamento de Água) e o reservatório. Pretende-se aproveitar um potencial energético que, atualmente, se perde completamente num jato de água, sempre que o reservatório da Chainça enche.
Pelo arrendamento das duas infraestruturas, o consórcio pagará ao município uma renda anual, em percentagem da venda de energia.














