Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacémconsidera a retirada das lamas perigosas como medida que pode resolver o maior passivo ambiental do País
O Presidente da Câmara Municipal de Santiago visitou ontem o Aterro de Santo André para se inteirar dos trabalhos de retirada das lamas perigosas e oleosas do Complexo Industrial de Sines confinadas no local há cerca de 30 anos e após a visita considerou ser “positivo o objetivo, tendo em conta que a Águas de Santo André procedeu à abertura de um Concurso Público Internacional para a retirada das lamas do aterro seguindo posteriormente para uma unidade de tratamento Cirver da Chamusca”.

Por Jornal Rostos
Vítor Proença acompanhado pelo Vereador do Ambiente, José Rosado afirmou que “a Câmara Municipal de Santiago do Cacém sempre defendeu a retirada das lamas perigosas originadas pela atividade industrial do complexo petroquímico de Sines, depositadas em bacias próprias no Aterro de Santo André e a sua requalificação ambiental”.
Nas 12 bacias encontram-se depositadas cerca de 140 mil toneladas de lamas perigosas. Os trabalhos que ainda estão numa fase de experimentação arrancaram há cerca de um mês e nesta altura foram retiradas 5 mil toneladas.
Prevê-se que quando os trabalhos estiverem a decorrer em pleno saiam do aterro 20 camiões. Em média por dia saem atualmente 8 camioes com destino à estação de tratamento.
“O CIRVER parece-me neste momento a solução mais interessante”, adiantou o autarca de Santiago do Cacém reafirmando que “é essencial retirar os resíduos perigosos e depois limpar e requalificar o aterro”.
A empresa Águas de Santo André, procedeu à adjudicação ao consórcio constituído pela “EGEO – Tecnologia e Ambiente S. A./ SISAU/ CARMONA /Lena Ambiente num valor global de cerca de 11,5 milhões de euros.
A Empresa “Águas de Santo André” (integrante do grupo “Águas de Portugal”) é detentora da concessão da gestão e exploração do sistema de captação, tratamento e distribuição de água, de recolha, tratamento e rejeição de efluentes e de recolha, tratamento e destino final de resíduos sólidos de Santo André.
Nas 12 bacias encontram-se depositadas cerca de 140 mil toneladas de lamas perigosas. Os trabalhos que ainda estão numa fase de experimentação arrancaram há cerca de um mês e nesta altura foram retiradas 5 mil toneladas.
Prevê-se que quando os trabalhos estiverem a decorrer em pleno saiam do aterro 20 camiões. Em média por dia saem atualmente 8 camioes com destino à estação de tratamento.
“O CIRVER parece-me neste momento a solução mais interessante”, adiantou o autarca de Santiago do Cacém reafirmando que “é essencial retirar os resíduos perigosos e depois limpar e requalificar o aterro”.
A empresa Águas de Santo André, procedeu à adjudicação ao consórcio constituído pela “EGEO – Tecnologia e Ambiente S. A./ SISAU/ CARMONA /Lena Ambiente num valor global de cerca de 11,5 milhões de euros.
A Empresa “Águas de Santo André” (integrante do grupo “Águas de Portugal”) é detentora da concessão da gestão e exploração do sistema de captação, tratamento e distribuição de água, de recolha, tratamento e rejeição de efluentes e de recolha, tratamento e destino final de resíduos sólidos de Santo André.














