Os recursos naturais do litoral alentejano como base para a definiçãode um plano de acção local para o desenvolvimento do turismo de natureza
A RCDI, Rede de Competências para o Desenvolvimento e a Inovação, parceiro português no projecto de cooperação europeia 2Bparks, em colaboração com as Câmaras Municipais de Santiago do Cacém e de Sines e com a AEAL – Associação dos Empresários do Alentejo Litoral – organizou três workshops locais para debater as potencialidades e as barreiras ao desenvolvimento do turismo de natureza na região.
Por Jornal Rostos
Cerca de 30 representantes de entidades públicas locais e regionais e operadores privados de diversos sectores de actividade turística foram convidados a debater ideias e procurar soluções para o desenvolvimento do turismo no Alentejo Litoral, tendo como base o património natural e cultural que as três áreas protegidas da região representam. Os workshops realizaram-se em Santiago do Cacém, em Grândola e em Sines, respectivamente nos dias 19, 20 e 21 de Setembro, constituindo uma abordagem bottom up para a elaboração de um plano de acção local orientado para a valorização turística das áreas protegidas da região.
O debate revelou consenso no que respeita ao elevado potencial turístico das áreas protegidas da região, que apresentam valores de fauna e flora únicos e diversificados, e na complementaridade que se pode estabelecer com o turismo de sol e praia, contrariando a sazonalidade deste tipo de turismo. A melhor articulação das diversas entidades que possuem competências sobre o território, a conjugação dos vários instrumentos de gestão territorial e a formação profissional dirigida ao turismo, foram alguns dos aspectos em que há que concentrar esforços, bem como a melhoria das acessibilidades, da sinalética e da informação ao visitante.
Os resultados dos workshops serão incorporados num plano de acção que ficará à disposição das diversas entidades e operadores locais para apoiar as suas decisões e planos de actividade. No âmbito do projecto 2Bparks, iniciativas semelhantes estão a ser desenvolvidas pelos outros parceiros do projecto nas respectivas áreas de intervenção.
Fonte - RCDI














