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Exposição sobre frente ribeirinha de Alburrica no BarreiroApresenta «Caso de Estudo» acerca das áreas ribeirinhas do Estuário do Tejo

Na próxima quinta-feira, 23 de maio, pelas 10h00, no espaço do antigo Mercadinho, edifício do Mercado Municipal, 1º de Maio, decorre a abertura da Exposição de trabalhos resultantes da reflexão decorrente do 1º workshop ESTEJO.

Esta mostra de trabalhos está enquadrada pela relação de colaboração entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Universidade Lusíada de Lisboa, numa perspetiva de valorização do espaço académico como elemento de reflexão sobre o território.

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Exposição sobre frente ribeirinha de Alburrica no Barreiro Apresenta «Caso de Estudo» acerca das áreas ribeirinhas do Estuário do Tejo

Por Jornal Rostos

Abre ao público na próxima quinta-feira, 23 de maio, pelas 10h00, no espaço do antigo Mercadinho, edifício do Mercado Municipal, 1º de Maio, a Exposição de trabalhos resultantes da reflexão decorrente do 1º workshop ESTEJO. Até 1 de junho, não deixe de visitar e fique a conhecer as propostas para salvaguardar a identidade territorial do Estuário do Tejo.

Esta mostra de trabalhos está enquadrada pela relação de colaboração entre a Câmara Municipal do Barreiro (CMB) e a Universidade Lusíada de Lisboa, numa perspetiva de valorização do espaço académico como elemento de reflexão sobre o território, mas também como oportunidade de estabelecer o contacto entre atividade académica e profissional.

Refira-se que, em julho de 2012, e aquando da realização do 1.º Workshop ESTEJO (Alburrica - Barreiro) que decorreu na Universidade Lusíada de Lisboa (ULL), numa iniciativa do projeto de investigação "O estuário do Tejo e as suas áreas ribeirinhas: estratégias para a sua sustentabilidade", o Município do Barreiro esteve representado por dois arquitetos da área do Planeamento.
Neste contexto, e no âmbito do referido workshop foi descrita como área de intervenção, a frente ribeirinha de Alburrica, que consiste numa parcela de terreno que engloba a reabilitação da antiga fábrica de cortiça, a Caldeira de Braamcamp e a Quinta do mesmo nome.

De acordo com a organização, este evento visou, nomeadamente, «Refletir sobre a problemática de ocupação das áreas ribeirinhas do Estuário do Tejo numa ótica de integração da identidade das unidades e subunidades de paisagem com as dinâmicas locais, sem prejuízo das orientações previstas no planeamento municipal e contribuir com hipóteses programáticas para a requalificação da área de intervenção da Quinta de Braamcamp, no Projeto REPARA, na perspetiva dos conceitos de sustentabilidade estratégica definidos no projeto de investigação».

Fonte - CMB

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