Projeto português nomeado a melhor soluçãocontra as alterações climáticas num concurso europeu
O concurso «Um mundo que me agrada» da Comissão Europeia para a melhor solução contra as alterações climáticas selecionou o projeto português «Pastagens Semeadas Biodiversas» como vencedor. Este projeto não só aumenta a produtividade das pastagens, mas também ajuda a reduzir as emissões de CO2, a erosão do solo e o risco de incêndio.

Por Jornal Rostos
A Comissária Europeia para a Ação Climática, Connie Hedegaard, anunciou o vencedor na na cerimónia de entrega dos prémios Sustainia realizada em Copenhaga no dia 7 de novembro de 2013: «As Pastagens Semeadas Biodiversas estão de parabéns! Este projeto é o exemplo perfeito de como uma solução prática contra as alterações climáticas pode também poupar dinheiro e criar emprego. O número e qualidade de projetos que participaram no facto de o concurso «Um mundo que me agrada» ter atraído tantos projetos inovadores de toda a União Europeia reforça a mensagem positiva desta campanha, e demonstra-nos que que existem muitas soluções eficientes e inovadoras. Há que desenvolver mais estas soluções para construirmos um mundo que nos agrada com um clima de que gostamos.»
O projeto «Pastagens Semeadas Biodiversas» envolve mais de 1 000 agricultores portugueses. Cada agricultor utiliza uma mistura específica composta por, no máximo, 20 sementes adaptadas ao solo local e às condições climáticas. Até agora, 50 000 hectares de pastagens foram semeados desta forma, principalmente nas zonas sul e centro de Portugal que correm um elevado risco de desertificação. Estas pastagens já ajudaram a armazenar mais de um milhão de toneladas de CO2 no solo. As Pastagens Semeadas Biodiversas são, igualmente, mais férteis e resistentes à erosão dos solos do que as pastagens naturais.
O projeto «Pastagens Semeadas Biodiversas» envolve mais de 1 000 agricultores portugueses. Cada agricultor utiliza uma mistura específica composta por, no máximo, 20 sementes adaptadas ao solo local e às condições climáticas. Até agora, 50 000 hectares de pastagens foram semeados desta forma, principalmente nas zonas sul e centro de Portugal que correm um elevado risco de desertificação. Estas pastagens já ajudaram a armazenar mais de um milhão de toneladas de CO2 no solo. As Pastagens Semeadas Biodiversas são, igualmente, mais férteis e resistentes à erosão dos solos do que as pastagens naturais.














