Especialistas debatem em Alcácer do Sal pragas e doenças do pinheiro manso
As doenças e as pragas que afetam o pinheiro manso e que, aliás, fizeram baixar drasticamente a produtividade destas árvores na última campanha, vão estar em debate pelos especialistas, investigadores, operadores e produtores do sector, amanhã, 4 de dezembro, durante toda a manhã, no Auditório Municipal de Alcácer do Sal.

Por Jornal Rostos
O concelho que possui a maior mancha de pinheiro manso do País recebe, assim, este congresso organizado pela Associação Portuguesa de Grossistas de Hortofrutícolas e dos Operadores dos Mercados Abastecedores (ANAIEF), que representa 90 por cento dos industriais que se dedicam à transformação de pinhas. A produção de miolo de pinhão, de grande relevância económica e social para o município, rendeu a Portugal, em 2011, 80 milhões de euros.
A sessão de abertura está marcada para as 9h15 e conta com intervenções de Vítor Proença, Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal e de António Simões Nunes da Fonseca, Presidente da ANAIEF. O primeiro painel é da responsabilidade de Edmundo de Sousa, investigador da Unidade Estratégica de Sistemas Agrários e Florestais e Sanidade Vegetal do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, que falará sobre as pragas e as doenças que afetam o pinheiro manso no nosso País, sendo seguido por Hugo Mas, também investigador, que se debruçará sobre o leptoglossus occidentalis em Espanha, bem como sobre a distribuição, a biologia, o impacto e os resultados preliminares de um estudo em execução sobre esta temática.
João Pinho, Diretor do Departamento de Gestão e Produção Florestal do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), falará sobre a fileira do pinheiro manso em Portugal, ao que se seguirá um debate.
Os profissionais reúnem-se na tentativa de unir esforços e trocar experiências para contrariar a tendência de queda acentuada da produção desde 2011, e que preocupa o sector. É que a redução da produtividade manifesta-se há vários anos, mas é mais evidente desde 2011, ano em que se registaram 50 milhões de quilos de pinha. As últimas duas colheitas foram mesmo desastrosas, devido às más condições climatéricas, a várias pragas de insetos e bactérias.
No mesmo sentido, até 2011, a quantidade de miolo de pinhão transformado rondava as 800 toneladas/ano, correspondentes a uma média de 50 a 60 milhões de euros. Com as más colheitas, estes valores têm baixado de forma radical, devido à falta de matéria-prima, tendo sido apenas movimentados 5 milhões de euros em 2012/2013, contra os 80 milhões de 2011.
A sessão de abertura está marcada para as 9h15 e conta com intervenções de Vítor Proença, Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal e de António Simões Nunes da Fonseca, Presidente da ANAIEF. O primeiro painel é da responsabilidade de Edmundo de Sousa, investigador da Unidade Estratégica de Sistemas Agrários e Florestais e Sanidade Vegetal do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, que falará sobre as pragas e as doenças que afetam o pinheiro manso no nosso País, sendo seguido por Hugo Mas, também investigador, que se debruçará sobre o leptoglossus occidentalis em Espanha, bem como sobre a distribuição, a biologia, o impacto e os resultados preliminares de um estudo em execução sobre esta temática.
João Pinho, Diretor do Departamento de Gestão e Produção Florestal do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), falará sobre a fileira do pinheiro manso em Portugal, ao que se seguirá um debate.
Os profissionais reúnem-se na tentativa de unir esforços e trocar experiências para contrariar a tendência de queda acentuada da produção desde 2011, e que preocupa o sector. É que a redução da produtividade manifesta-se há vários anos, mas é mais evidente desde 2011, ano em que se registaram 50 milhões de quilos de pinha. As últimas duas colheitas foram mesmo desastrosas, devido às más condições climatéricas, a várias pragas de insetos e bactérias.
No mesmo sentido, até 2011, a quantidade de miolo de pinhão transformado rondava as 800 toneladas/ano, correspondentes a uma média de 50 a 60 milhões de euros. Com as más colheitas, estes valores têm baixado de forma radical, devido à falta de matéria-prima, tendo sido apenas movimentados 5 milhões de euros em 2012/2013, contra os 80 milhões de 2011.














