Saltar para o conteúdo
Vida

Barreiro - Direcção do Site SulQUE FUTURO PARA OS TRABALHADORES DA SEAE (ex-Júlio Macedo)?

O Sindicato dos Trabalhadores das Industrias Transformadoras está preocupado comop futuro dos 41 trabalhadores da empresa SEAE Portugal ( ex- Júlio Macedo), no Barreiro.
"Um dos cenários possíveis, caso se confirme o processo de insolvência é o encerramento da empresa e o despedimento dos seus 41 trabalhadores" - sublinha a Direcção do Sindicato.

3 min de leitura

Por Jornal Rostos

QUE FUTURO PARA OS TRABALHADORES DA SEAE (ex-Júlio Macedo)?
ESTAREMOS PERANTE UM CASO DE PREPARAÇÃO DE UM ENCERRAMENTO, PARA BENEFICIAR OUTROS INTERESSES?

Após dois ano seguidos (2012 e 2013) de aplicação do lay off, em que a esmagadora maioria dos trabalhadores foram atingidos pelos cortes significativos nos salários, cujas nefastas consequências foram sentidas pelas suas famílias, o grupo SYLUMIS que em 08/11/2013 informava ter adquirido 100% da SEAE, para consolidar a sua actividade no sector e acelerar a presença do novo grupo internacionalmente, veio a confirmar a sua decisão de avançar para a insolvência da SEAE Portugal.

Os trabalhadores após a data da aquisição e do que lhes foi transmitido pelo novo accionista, ficaram na expectativa de que a reestruturação prometida, naturalmente garantisse o funcionamento da empresa e os postos de trabalho.

Passados que foram apenas cerca de cinco meses de gestão do novo accionista, no balanço que se pode fazer temos, continuação das dificuldades para aquisição de matérias primas, a empresa a funcionar parcialmente, grande parte dos trabalhadores sem trabalho, a empresa sem encomendas, para além de se ter registado a saída de uma das máquinas mais importantes (máquina de injecção e respectivos moldes) e transferência de produção de alguns produtos para França.

Poderemos estar perante um caso de preparação de um encerramento, para beneficiar outros interesses, é esta a opinião de alguns trabalhadores, com a qual estamos de acordo.

Um dos cenários possíveis, caso se confirme o processo de insolvência é o encerramento da empresa e o despedimento dos seus 41 trabalhadores.

No entanto os trabalhadores e o Sindicato defendem um caminho diferente, o caminho da viabilização da empresa, da necessidade de investimento para melhorar as condições de trabalho e a qualidade da produção, manter os postos de trabalho e o emprego.

Vamos aguardar os próximos desenvolvimentos para confirmar as verdadeiras intenções dos responsáveis da empresa e para perceber as razões da aquisição do grupo SEAE (do qual faz parte a SEAE Portugal) por parte do grupo SYLUMIS.

Complementarmente vamos actuar junto do Ministério da Economia e do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.

Barreiro, 03 de Abril de 2014.

A Direcção do Site Sul

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção