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Vida

No Grupo SYLUMIS que adquiriu a SEAE (ex - Júlio Macedo) - BarreiroTrabalhadores continuam na expectativa em relação ao seu futuro

"Os responsáveis da empresa estão conscientes das consequências que estão afectar os trabalhadores e suas famílias, em termos económicos e psicológicos, alguns deles que já laboram na empresa há mais de 30 anos?" - interroga a Direcção do SITE SUL.

2 min de leitura

Por Jornal Rostos

INFORMAÇÃO À COMUNICAÇÃO SOCIAL

Os responsáveis do grupo SYLUMIS que adquiriu a SEAE (ex - Júlio Macedo) em 2013 e que decidiu recorrer à insolvência, não responde à solicitação de reunião.

Por decisão dos trabalhadores, o Sindicato solicitou, em 10/07/14, uma reunião com carácter de urgência, aos responsáveis do grupo, com o objectivo de abordarem as suas intenções em relação ao futuro da empresa

Os trabalhadores da SEAE continuando na expectativa em relação ao seu futuro, sabem que a situação poderá não ser sustentável em relação ao cumprimento do pagamento das suas retribuições, futuramente, tanto mais que a empresa não produz e não há qualquer plano de encomendas.

Estando a decorrer um processo de insolvência desde 28/04/2014, do qual certamente vai resultar a marcação de uma assembleia de credores, tem constado na empresa e de acordo com a informação prestado pelo Ministério da Economia,” que é intenção da gerência apresentar um plano de recuperação que não passará pelo encerramento da unidade económica em Portugal, mas sim pela sua reestruturação em termos operacionais”.

As dúvidas dos trabalhadores são mais que muitas!

Depois de dois anos seguidos de lay off (2012 e 2013) e com o actual processo de insolvência a decorrer, os trabalhadores têm razão para questionarem os responsáveis do grupo/ empresa e exigir resposta às suas preocupações.

O grupo Sylumis está ou não interessado na SEAE Portugal, para consolidar a sua actividade no sector, como afirmou quando da aquisição dos 100% da SEAE / França?

Quando decidiu vender as instalações e deslocalizar a máquina de injecção e moldes, estava ou não conscientemente a delapidar o património e a preparar a insolvência?

Os responsáveis da empresa estão conscientes das consequências que estão afectar os trabalhadores e suas famílias, em termos económicos e psicológicos, alguns deles que já laboram na empresa há mais de 30 anos?

Os trabalhadores e o Sindicato vão continuar atentos, vão continuar a exigir os cumprimentos dos direitos e vão actuar, nomeadamente em termos jurídicos, caso seja considerado necessário, para inviabilizar atitudes ilegítimas.

Barreiro, 28 de Julho de 2014.

A Direcção do SITE SUL

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