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Taxa de desemprego no Distrito de SetúbalRegistou valor de 16,7% em Julho
. 61.113 desempregados inscritos

"Em Julho a taxa de desemprego no Distrito de Setúbal registou um valor de 16,7%, sendo 61.113 os desempregados inscritos nos Centros de Emprego do distrito. Em relação ao mês anterior a percentagem da taxa de desemprego diminuiu 0,26 décimas." - refere um comunicado da União dos Sindicatos de Setúbal.

"O aumento das percentagens dos DLD, dos desempregados com mais de 55 anos e dos desempregados jovens (menos de 25 anos) mostra que estamos perante um problema estrutural" - é sublinhado.

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Taxa de desemprego no Distrito de Setúbal Registou valor de 16,7% em Julho . 61.113 desempregados inscritos

Por Jornal Rostos

União dos Sindicatos de Setúbal

Desemprego em Jul’14

Em Julho a taxa de desemprego no Distrito de Setúbal registou um valor de 16,7%, sendo 61.113 os desempregados inscritos nos Centros de Emprego do distrito.
Em relação ao mês anterior a percentagem da taxa de desemprego diminuiu 0,26 décimas.

O desemprego feminino representava, 53,6% do desemprego, sendo de 20,3 a percentagem dos desempregados com idade superior a 55 anos e de 45,9 a percentagem dos desempregados de longa duração.

Os jovens, até aos 25 anos de idade representavam 10,2 por cento do desemprego e os desempregados com formação académica superior representavam 11,9%.

Em relação ao mês anterior verificou-se um aumento da percentagem do desemprego de mulheres, dos desempregados com idade superior a 55 anos, dos desempregados com habilitações académicas superiores, dos desempregados de longa duração e dos jovens.

A ligeira redução do número de desempregados inscritos, verificada em Julho, não significa que o problema do desemprego esteja a ser resolvido.

Pelo contrário. O aumento das percentagens dos DLD, dos desempregados com mais de 55 anos e dos desempregados jovens (menos de 25 anos) mostra que estamos perante um problema estrutural que não se resolve com o aumento da emigração, com o aumento da formação profissional, com o aumento dos Contratos-Emprego-Inserção (CEI’s), nem com o aumento dos estágios.

A ausência de qualquer medida de criação de emprego com direitos, de relançamento da actividade produtiva, de melhoria dos salários, incluindo o salário mínimo nacional, não abre qualquer perspectiva à resolução desta chaga social, bem pelo contrário, perspectiva o seu agravamento.

A Comissão Executiva da USS/CGTP-IN

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