Masterplan da QuimiparqueComeça a nascer o Barreiro do Século XXI
Na Quimiparque foi apresentado o MasterpPlan documento orientador estratégico da reconversão e requalificação daquela zona empresarial.
De acordo com José Neto, do Conselho de Administração da Quimiparque – “é tempo de recuperar tempo perdido” valorizando este espaço único na região e no país.

Por Jornal Rostos
José Neto sublinhou que na concepção do Masterplan existiu um trabalho de cooperação com a Câmara Municipal do Barreiro, no sentido da definição de um fio condutor na elaboração do Masterplan que contribuísse para a integração do Parque Empresarial no tecido urbano da cidade.
Segundo o Administrador da Quimiparque salientou o Masterplan introduz propostas inovadoras, procurando preservar memórias, mas apostando em rasgar caminhos para o futuro.
José Neto apelou ao presidente da Câmara Municipal do Barreiro – “ajude-nos a andar depressa”, recordando que “o Barreiro como outras Câmaras tem concorrência”.
Barreiro do Século XXI
Luís Tavares, da Administração da Quimiparque, salientou que com a elaboração deste plano estratégico que define “uma ideia para a Quimiparque do século XXI” vai caminhar-se no sentido de ligar o Parque à cidade – “não devemos estar de costas voltadas para a cidade”.
Na opinião de Miguel Correia, arquitecto responsável da equipa que desenvolveu o Masterplan – da empresa “Ideias do Futuro” – era necessário pensar os 300 hectares da Quimiparque “com ambição”, porque não o fazer desta forma seria perder tempo.
“Isto é o inicio de um processo de diálogo e discussão pública” – salientou.
Barreiro – cidade com futuro
O Masterplan foi elaborado num período de 9 meses, durante o ano 2002. O trabalho que foi apresentado corresponde à primeira fase de conceptualização deste documento estratégico que perspectiva o futuro dos 300 hectares da Quimiparque e o seu enquadramento na cidade.
Segundo foi revelado na concepção deste documento realizaram-se cerca de 20 sessões de trabalho entre a Quimiparque e a Câmara Municipal do Barreiro, com a permanente intervenção do Vereador Luís Pedro Cerqueira, responsável pelo Pelouro de Planeamento e Urbanismo.
“Sessões de trabalho extremamente produtivas e sem as quais o projecto não era possível” – refere-se no documento introdutório do Masterplan.
O programa do Masterplan aponta como grandes objectivos: requalificação do território e da sua envolvente; dar uma nova centralidade à cidade do Barreiro; preparar o território para enquadrar as novas acessibilidades previstas, ou a prever; definição do papel do território no âmbito da Área Metropolitana de Lisboa e a sua articulação com outros programas metropolitanos nacionais; maximizar os factores positivos do território e minimizar os negativos, coordenando o faseamento com esses ensinamentos; definição da estratégia a implementar e, desde logo, deixar no programa uma noção clara do caminho a seguir; enquadrar e apresentar as soluções de forma positiva.
Recuperar o tempo perdido
Manter uma reserva industrial que contribua para valorizar a vertente empresarial da Quimiparque, apostar na requalificação ambiental, não esquecendo a necessidade de construção da ETAR, reconverter o Bairro das Palmeiras; manter zonas históricas como o Bairro Operário, criar zonas de lazer e abrir a cidade à sua frente ribeirinha são algumas das notas que registámos no decorrer do debate que decorreu após a apresentação do projecto.
O primeiro debate de outros que irão seguir-se para que a cidade viva e sinta como seu este Masterplan que, certamente, vai ser “a janela aberta ao futuro” do Barreiro, que, como referido - “já foi adiado demasiado tempo”.
Segundo o Administrador da Quimiparque salientou o Masterplan introduz propostas inovadoras, procurando preservar memórias, mas apostando em rasgar caminhos para o futuro.
José Neto apelou ao presidente da Câmara Municipal do Barreiro – “ajude-nos a andar depressa”, recordando que “o Barreiro como outras Câmaras tem concorrência”.
Barreiro do Século XXI
Luís Tavares, da Administração da Quimiparque, salientou que com a elaboração deste plano estratégico que define “uma ideia para a Quimiparque do século XXI” vai caminhar-se no sentido de ligar o Parque à cidade – “não devemos estar de costas voltadas para a cidade”.
Na opinião de Miguel Correia, arquitecto responsável da equipa que desenvolveu o Masterplan – da empresa “Ideias do Futuro” – era necessário pensar os 300 hectares da Quimiparque “com ambição”, porque não o fazer desta forma seria perder tempo.
“Isto é o inicio de um processo de diálogo e discussão pública” – salientou.
Barreiro – cidade com futuro
O Masterplan foi elaborado num período de 9 meses, durante o ano 2002. O trabalho que foi apresentado corresponde à primeira fase de conceptualização deste documento estratégico que perspectiva o futuro dos 300 hectares da Quimiparque e o seu enquadramento na cidade.
Segundo foi revelado na concepção deste documento realizaram-se cerca de 20 sessões de trabalho entre a Quimiparque e a Câmara Municipal do Barreiro, com a permanente intervenção do Vereador Luís Pedro Cerqueira, responsável pelo Pelouro de Planeamento e Urbanismo.
“Sessões de trabalho extremamente produtivas e sem as quais o projecto não era possível” – refere-se no documento introdutório do Masterplan.
O programa do Masterplan aponta como grandes objectivos: requalificação do território e da sua envolvente; dar uma nova centralidade à cidade do Barreiro; preparar o território para enquadrar as novas acessibilidades previstas, ou a prever; definição do papel do território no âmbito da Área Metropolitana de Lisboa e a sua articulação com outros programas metropolitanos nacionais; maximizar os factores positivos do território e minimizar os negativos, coordenando o faseamento com esses ensinamentos; definição da estratégia a implementar e, desde logo, deixar no programa uma noção clara do caminho a seguir; enquadrar e apresentar as soluções de forma positiva.
Recuperar o tempo perdido
Manter uma reserva industrial que contribua para valorizar a vertente empresarial da Quimiparque, apostar na requalificação ambiental, não esquecendo a necessidade de construção da ETAR, reconverter o Bairro das Palmeiras; manter zonas históricas como o Bairro Operário, criar zonas de lazer e abrir a cidade à sua frente ribeirinha são algumas das notas que registámos no decorrer do debate que decorreu após a apresentação do projecto.
O primeiro debate de outros que irão seguir-se para que a cidade viva e sinta como seu este Masterplan que, certamente, vai ser “a janela aberta ao futuro” do Barreiro, que, como referido - “já foi adiado demasiado tempo”.
















