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Vida

Setúbal é a décima cidade com mais utilizadores do AshleyMadison.com

Os portugueses renderam-se ao maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo e, desde 2013, o número tem aumentado exponencialmente. Só em Portugal, já conta com mais de 100 mil utilizadores inscritos, provenientes dos mais variados pontos do país.

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Setúbal é a décima cidade com mais utilizadores do AshleyMadison.com

Por Jornal Rostos

Bastaram 72 horas para que Noel Biderman, fundador do Ashley Madison, confirmasse a sua teoria: o site seria um verdadeiro sucesso em Portugal. Mesmo antes da sua abertura oficial em território nacional, milhares de portugueses já tinham tentado inscrever-se e, ao fim de três dias, os números falavam por si: 30 mil inscritos! Passado um, o número triplicou e a tendência é o aumento.
A cada nove segundos, o Ashley Madison.com ganha um novo utilizador, provando que a infidelidade está, cada vez mais, à distância de um clique, em qualquer cidade do país.
Dados oficiais ditam que em Portugal a maioria dos utilizadores são naturais do norte do país, com Braga (16 836) e Porto (15 058) a encabeçarem a lista de cidades com maior representatividade no site. Seguem-se Lisboa (13 310), destacando-se as localizações como Monsanto (4266) e Rio de Mouro (4189). Segue-se Évora (6460), Coimbra (6261), Loures (5719), Vila Nova de Gaia (5376) e Setúbal (5298).
“Estamos em 29 países e, nunca como agora tivemos tanta adesão de mulheres”, assegura Biderman. “Elas procuram fora de casa quando sentem que já não há paixão no casamento, quando se sentem negligenciadas numa relação onde antes recebiam flores e o marido lhes dizia que eram bonitas”, esclarece o fundador do Ashley Madison. No caso dos homens, a história é outra: “Percebemos que eles têm o seu primeiro caso quando as mulheres engravidam do primeiro filho. Não se adaptam bem às mudanças e, por isso, há muitos homens na casa dos 30 a usar o serviço. Mas a maioria está na casa dos 40/50 anos: estão há muito tempo casados, os filhos estão na escola ou já fora de casa, e sentem que, nesta fase da vida, tem direito a fazer algo por si próprios.”
O acesso ao site, que garante privacidade e o sigilo aos seus utilizadores, é gratuito para as mulheres, mas pago para os homens. 100 créditos custam 49 euros e dá-lhes o direito de contactar 20 utilizadoras diferentes. Nada de outro mundo, tendo em conta os 100 mil utilizadores inscritos no país. Afinal e como como Biderman diz, “o negócio da infidelidade não só é à prova de recessão, como cresce neste contexto.”

Fonte - Ecofirma

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