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Vida

Observador Cetelem divulga estudo sobre intenções de consumo para o NatalFamílias portuguesas querem poupar mais

O mais recente estudo do Observador Cetelem revela que há mais portugueses com intenção de poupar (35%) face ao mesmo período do ano passado (23%). Desde 2012, ano em que a intenção de aumentar as economias situava-se nos 8%, tem-se verificado uma evolução positiva. Contudo, o estudo revela também um aumento das despesas: 35% dos portugueses pensam aumentar os gastos, quando em 2013 eram apenas 18% a tencionar fazê-lo. De uma forma global, o saldo entre poupanças e despesas é positivo (0,3%).

2 min de leitura

Por Jornal Rostos

A faixa etária mais poupada é a que se encontra entre os 25 e os 34 anos: 43% tencionam aumentar as suas economias. Já os indivíduos mais velhos, entre os 55 e os 65 anos, são os que menos pensam poupar (22%), mas também os que menos tencionam aumentar despesas (24%). Os consumidores entre os 45 e os 54 anos são os mais gastadores: 42% revelam maior intenção de aumentar despesas. Contudo, nesta faixa etária, existe também uma grande percentagem de consumidores com intenção de poupar mais (41%).
Geograficamente, o sul destaca-se por ser a região onde mais se pretende aumentar as despesas e onde menos se pretende poupar. Mais de metade dos consumidores da região sul (55%) admite aumentar os seus gastos e apenas 25% pensam fazer mais economias, o que resulta num saldo poupanças/despesas negativo (-31%).
O estudo revela ainda que as categorias com maior intenção de compra para os próximos meses são lazer/viagens (8%) e smartphone (8%), seguidas pelos tablets (5%), eletrodomésticos (5%) e mobiliário (5%). Curiosamente, e ao contrário da maioria das faixas etárias, no caso dos indivíduos entre os 45 e os 54 anos são os eletrodomésticos que dominam as intenções de compra para os próximos meses (10%).
Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro de 2014. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.
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