Porto de Setúbal celebrou 8 milhões de toneladas e 100 mil TEUTerminal Roll-on Roll-off passa a designar-se «Terminal Roll-on Roll-off Coelho da Mota»

Por Jornal Rostos
Estiveram presentes, o Eng.º Coellho da Mota e familiares do Eng.º Cid Perestrello, dois antigos dirigentes do Porto de Setúbal, homenageados durante o evento, numa sala repleta, incluindo representantes da autarquia de Setúbal, de entidades relacionadas com o porto, de autoridades, clientes e colaboradores da APSS.
Das palavras do Presidente do CA da APSS, Dr. Vítor Caldeirinha, sobressaiu o contentamento pelos marcos superados em 2014, 8 milhões de toneladas e 100 mil TEU, números mágicos que colocam o Porto de Setúbal no “radar das soluções”; a importância de todos os que trabalharam direta ou indiretamente no porto e com o porto ao longo da sua história, e o lançamento de um novo desafio: chegar aos 10 milhões de toneladas e 250 mil TEU, em 2018, posicionando o Porto de Setúbal como “porto core”, no âmbito da União Europeia.
A Arqueóloga Inês Vaz Pinto veio recordar que a importância do Porto de Setúbal como porta de saída de produtos da região é antiga, como demostram as mais de duas dezenas de “oficinas” romanas de salga e fabrico de molhos de peixe existentes em Troia, o maior complexo industrial de produção de peixe que servia Roma na Península Ibérica e Norte de África, que abastecia o Império pelas águas mediterrânicas, em embarcações que carregavam já mais de 50 mil ânforas por ano, que “equiparou” aos atuais contentores que se movimentam no porto.
E foi sobretudo de contentores que falou o Cte. Carlos Santos, da Sadoport, responsável pelo Terminal de Contentores do Porto de Setúbal, que depois de corroborar a ideia de que “quem faz 100 mil TEU está definitivamente no radar soluções na movimentação de contentores” explicou aos presentes como funciona o terminal, que resumiu, grosso modo, numa logística sujeita a uma constante otimização e que, desde 2009, tem vindo a ser maximizada na produtividade e já permitiu alcançar o presente recorde. Referiu também a capacidade instalada do terminal, 250 a 300 mil TEU/ano, terminando com a aceitação do desafio lançado por Vítor Caldeirinha, para 2018.
A sessão foi concluída pelo Administrador da APSS, Eng.º Seixas da Fonseca, que prestou Homenagem a dois antigos dirigentes do Porto de Setúbal que destacadamente contribuiram para a grandeza atual do porto, Eng.º Cid Perestrello, primeiro Diretor da Junta Autónoma das Obras do Porto, e Eng.º Coelho da Mota, primeiro Presidente da APSS, terminou com o anúncio de que o futuro passeio pedonal do Cais 3 se chamará “Passeio Cid Perestrello” e que o Terminal Roll-on Roll-off se passará a designar “Terminal Roll-on Roll-off Coelho da Mota”.
Estiveram presentes, o Eng.º Coellho da Mota e familiares do Eng.º Cid Perestrello, dois antigos dirigentes do Porto de Setúbal, homenageados durante o evento, numa sala repleta, incluindo representantes da autarquia de Setúbal, de entidades relacionadas com o porto, de autoridades, clientes e colaboradores da APSS.
Das palavras do Presidente do CA da APSS, Dr. Vítor Caldeirinha, sobressaiu o contentamento pelos marcos superados em 2014, 8 milhões de toneladas e 100 mil TEU, números mágicos que colocam o Porto de Setúbal no “radar das soluções”; a importância de todos os que trabalharam direta ou indiretamente no porto e com o porto ao longo da sua história, e o lançamento de um novo desafio: chegar aos 10 milhões de toneladas e 250 mil TEU, em 2018, posicionando o Porto de Setúbal como “porto core”, no âmbito da União Europeia.
A Arqueóloga Inês Vaz Pinto veio recordar que a importância do Porto de Setúbal como porta de saída de produtos da região é antiga, como demostram as mais de duas dezenas de “oficinas” romanas de salga e fabrico de molhos de peixe existentes em Troia, o maior complexo industrial de produção de peixe que servia Roma na Península Ibérica e Norte de África, que abastecia o Império pelas águas mediterrânicas, em embarcações que carregavam já mais de 50 mil ânforas por ano, que “equiparou” aos atuais contentores que se movimentam no porto.
E foi sobretudo de contentores que falou o Cte. Carlos Santos, da Sadoport, responsável pelo Terminal de Contentores do Porto de Setúbal, que depois de corroborar a ideia de que “quem faz 100 mil TEU está definitivamente no radar soluções na movimentação de contentores” explicou aos presentes como funciona o terminal, que resumiu, grosso modo, numa logística sujeita a uma constante otimização e que, desde 2009, tem vindo a ser maximizada na produtividade e já permitiu alcançar o presente recorde. Referiu também a capacidade instalada do terminal, 250 a 300 mil TEU/ano, terminando com a aceitação do desafio lançado por Vítor Caldeirinha, para 2018.
A sessão foi concluída pelo Administrador da APSS, Eng.º Seixas da Fonseca, que prestou Homenagem a dois antigos dirigentes do Porto de Setúbal que destacadamente contribuiram para a grandeza atual do porto, Eng.º Cid Perestrello, primeiro Diretor da Junta Autónoma das Obras do Porto, e Eng.º Coelho da Mota, primeiro Presidente da APSS, terminou com o anúncio de que o futuro passeio pedonal do Cais 3 se chamará “Passeio Cid Perestrello” e que o Terminal Roll-on Roll-off se passará a designar “Terminal Roll-on Roll-off Coelho da Mota”.
Fonte - APSS














