Galeria CamarroA paixão pela Arte

Por Rita Matos
A Galeria Camarro nasceu em Outubro de 1994, dedicando-se somente à pintura. Mais tarde, Camarro, professor de pintura, decide dedicar-se também à escultura.
Procurando dar a conhecer mais um pouco desta empresa de referência da arte na cidade do Barreiro, o Rostos foi falar com a Proprietária Manuela Casaca, que salientou a má fase por que passa a galeria e a arte em geral.
Manuela Casaca garante que a afluência das pessoas é tão escassa, que a galeria nos meses de Janeiro e Fevereiro encontra-se encerrada, pois não dá lucro, apenas despesas “ este ano ainda não vendemos nada”, no entanto, a paixão pela arte é maior.
Esta galeria não conta com qualquer apoio a nível financeiro, sendo tudo a cargo dos proprietários, razão pela qual a realização de exposições tem vindo a diminuir cada vez mais, sendo que para este ano estão agendadas apenas três exposições. No entanto, a proprietária prefere a independência, “já que de qualquer maneira não vende, preferimos abrir e fechar a porta quando nos apetece”.
A vocação para a arte e a falta de dinheiro são as principais razões desta má fase da galeria e da arte, e a solução é trabalhar com colectivas de vários autores, armazenado e colocando em exposição na galeria, para serem apreciadas pelas pessoas que passam e que decidem apreciar as obras.
Os jovens são os dos poucos, mas principais visitantes da galeria, os “casais de namoradinhos passam, entram e fazem perguntas, mas quando a galeria recebe seis ou sete visitantes por dia é motivo de alegria...”
No entanto, a empresa tem os seus clientes e compradores habituais, entre eles o Presidente da Câmara, Emídio Xavier, que já têm um gosto definido e conhecido pela galeria, clientes de um nível mais elevado, pois as obras assim o exigem “por mais barato que seja o quadro ou a escultura é sempre caro...”, refere a proprietária.
As dificuldades de implementação não foi preocupação, pois a arte sempre foi a paixão de Camarro e Manuela Casaca, embora soubessem à partida que ía ser difícil a nível de escoamento “ não poderíamos viver apenas da galeria, as pessoas não podem comprar, e nós infelizmente não podemos dar”.
Actualmente na galeria estão representados vários nomes conceituados do mundo da arte, como Adão Rodrigues, artista de Lisboa, Camarro, Fernando Martins, de Coimbra, Francisco Moura, do Barreiro, Jacqueline Mois, artista Inglesa, Maria Caldas, Maria Geraldes da Silva, do Porto, Paulo Pereira, de Lisboa, Rivada, escultor Espanhol, e Zal, de Almada.
A Galeria Camarro é apenas o complemento da Escola de Pintura Camarro, dedicada a todas as pessoas que querem aprender ou praticar arte, desde os mais jovens ao mais idosos, “ temos senhoras a pintar com setenta anos”, referiu Manuela Casaca.
Fazendo sempre questão de reforçar a ideia de que o dinheiro não é tudo, a galeria trabalha para que seja sempre uma referência na cidade barreirense e na arte em geral, e com o objectivo de que as pessoas percebam que a galeria é um sítio a visitar, e não obrigatoriamente, para comprar.
As mostras de arte na galeria Camarro continuam a ter a grande adesão por parte do público, talvez porque “o nome disto tudo...são mostras... “.
Na conversa com o Rostos, Manuela Casaca refere também a grande vantagem da publicidade, no sentido de dar a conhecer a empresa, “as pessoas folheiam o jornal e ficam a saber que o sítio existe, mesmo que não o visitem”.
A galeria vai continuar a lutar para que as pessoas ganhem cada vez mais vocação para a arte, através das suas exposições e mostras de grandes obras de pintura e escultura que ainda fazem as delícias de uma parte da população.
Procurando dar a conhecer mais um pouco desta empresa de referência da arte na cidade do Barreiro, o Rostos foi falar com a Proprietária Manuela Casaca, que salientou a má fase por que passa a galeria e a arte em geral.
Manuela Casaca garante que a afluência das pessoas é tão escassa, que a galeria nos meses de Janeiro e Fevereiro encontra-se encerrada, pois não dá lucro, apenas despesas “ este ano ainda não vendemos nada”, no entanto, a paixão pela arte é maior.
Esta galeria não conta com qualquer apoio a nível financeiro, sendo tudo a cargo dos proprietários, razão pela qual a realização de exposições tem vindo a diminuir cada vez mais, sendo que para este ano estão agendadas apenas três exposições. No entanto, a proprietária prefere a independência, “já que de qualquer maneira não vende, preferimos abrir e fechar a porta quando nos apetece”.
A vocação para a arte e a falta de dinheiro são as principais razões desta má fase da galeria e da arte, e a solução é trabalhar com colectivas de vários autores, armazenado e colocando em exposição na galeria, para serem apreciadas pelas pessoas que passam e que decidem apreciar as obras.
Os jovens são os dos poucos, mas principais visitantes da galeria, os “casais de namoradinhos passam, entram e fazem perguntas, mas quando a galeria recebe seis ou sete visitantes por dia é motivo de alegria...”
No entanto, a empresa tem os seus clientes e compradores habituais, entre eles o Presidente da Câmara, Emídio Xavier, que já têm um gosto definido e conhecido pela galeria, clientes de um nível mais elevado, pois as obras assim o exigem “por mais barato que seja o quadro ou a escultura é sempre caro...”, refere a proprietária.
As dificuldades de implementação não foi preocupação, pois a arte sempre foi a paixão de Camarro e Manuela Casaca, embora soubessem à partida que ía ser difícil a nível de escoamento “ não poderíamos viver apenas da galeria, as pessoas não podem comprar, e nós infelizmente não podemos dar”.
Actualmente na galeria estão representados vários nomes conceituados do mundo da arte, como Adão Rodrigues, artista de Lisboa, Camarro, Fernando Martins, de Coimbra, Francisco Moura, do Barreiro, Jacqueline Mois, artista Inglesa, Maria Caldas, Maria Geraldes da Silva, do Porto, Paulo Pereira, de Lisboa, Rivada, escultor Espanhol, e Zal, de Almada.
A Galeria Camarro é apenas o complemento da Escola de Pintura Camarro, dedicada a todas as pessoas que querem aprender ou praticar arte, desde os mais jovens ao mais idosos, “ temos senhoras a pintar com setenta anos”, referiu Manuela Casaca.
Fazendo sempre questão de reforçar a ideia de que o dinheiro não é tudo, a galeria trabalha para que seja sempre uma referência na cidade barreirense e na arte em geral, e com o objectivo de que as pessoas percebam que a galeria é um sítio a visitar, e não obrigatoriamente, para comprar.
As mostras de arte na galeria Camarro continuam a ter a grande adesão por parte do público, talvez porque “o nome disto tudo...são mostras... “.
Na conversa com o Rostos, Manuela Casaca refere também a grande vantagem da publicidade, no sentido de dar a conhecer a empresa, “as pessoas folheiam o jornal e ficam a saber que o sítio existe, mesmo que não o visitem”.
A galeria vai continuar a lutar para que as pessoas ganhem cada vez mais vocação para a arte, através das suas exposições e mostras de grandes obras de pintura e escultura que ainda fazem as delícias de uma parte da população.



















