CTT DEDICAM SELOSAOS 600 ANOS DA CHEGADA DOS PORTUGUESES A CEUTA
Os CTT lançam, a 28 de Setembro próximo, uma emissão filatélica que assinala a conquista de Ceuta pelos portugueses, há 600 anos, lembrando aquele que foi um dos momentos iniciais dos Descobrimentos e também um movimento de natureza política, económica e religiosa que viria a marcar todo o futuro de Portugal.

Por Jornal Rostos
Foi a chegada dos portugueses a Ceuta que determinou o modo como decorreria a expansão portuguesa no Norte de África, a exploração do Atlântico, e depois as viagens dos nossos navegadores pelo mundo.
Os selos agora emitidos evocam a importância da tomada desta cidade, ao mesmo tempo que nos demonstram como a herança portuguesa continua presente - até hoje - na identidade de Ceuta, que mantém o brasão de armas do Reino de Portugal como um dos seus símbolos. As peças filatélicas mostram-nos sinais perenes da nossa presença, nomeadamente imagens da Igreja de Nossa Senhora de África e do Centro Cultural Manzana del Revellin, projetado por Álvaro Siza Vieira.
Os portugueses chegaram a Ceuta a 21 de Agosto de 1415 com uma poderosa armada, que viria a protagonizar o maior ataque que Portugal conhecera até então. À frente da expedição estava o próprio Rei de Portugal, D. João I, e três dos seus filhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique.
As razões para o ataque foram várias, sendo uma das principais a natureza estratégica de Ceuta para a navegação portuguesa e europeia entre o Mediterrâneo e os mares do Norte da Europa.
Na manhã de 22 de agosto, Ceuta estava nas mãos portuguesas, tendo deixado 230 anos depois, em 1645, de pertencer a Portugal.
Esta emissão é composta por dois selos e um bloco filatélico. Um selo com o valor facial de 0,55€ e uma tiragem de 120 000 exemplares; um selo com o valor facial de 1,00€ e uma tiragem e 165 000 exemplares; e um bloco filatélico com o custo de 2,50€ e uma tiragem de 40 000 exemplares.
O design esteve a cargo de Design&etc, os selos têm um formato de 30,6 X 80 mm e o bloco 125 X 95 mm. As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.
Os selos agora emitidos evocam a importância da tomada desta cidade, ao mesmo tempo que nos demonstram como a herança portuguesa continua presente - até hoje - na identidade de Ceuta, que mantém o brasão de armas do Reino de Portugal como um dos seus símbolos. As peças filatélicas mostram-nos sinais perenes da nossa presença, nomeadamente imagens da Igreja de Nossa Senhora de África e do Centro Cultural Manzana del Revellin, projetado por Álvaro Siza Vieira.
Os portugueses chegaram a Ceuta a 21 de Agosto de 1415 com uma poderosa armada, que viria a protagonizar o maior ataque que Portugal conhecera até então. À frente da expedição estava o próprio Rei de Portugal, D. João I, e três dos seus filhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique.
As razões para o ataque foram várias, sendo uma das principais a natureza estratégica de Ceuta para a navegação portuguesa e europeia entre o Mediterrâneo e os mares do Norte da Europa.
Na manhã de 22 de agosto, Ceuta estava nas mãos portuguesas, tendo deixado 230 anos depois, em 1645, de pertencer a Portugal.
Esta emissão é composta por dois selos e um bloco filatélico. Um selo com o valor facial de 0,55€ e uma tiragem de 120 000 exemplares; um selo com o valor facial de 1,00€ e uma tiragem e 165 000 exemplares; e um bloco filatélico com o custo de 2,50€ e uma tiragem de 40 000 exemplares.
O design esteve a cargo de Design&etc, os selos têm um formato de 30,6 X 80 mm e o bloco 125 X 95 mm. As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.














