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Vida

Nuno Fialho da APN – Publicidade – BarreiroAssume presidência da Direcção da Associação Portuguesa de Empresas de Publicidade Exterior

Foram eleitos os novos corpos sociais da Associação Portuguesa de Empresas de Publicidade Exterior para o biénio 2016/2017, Nuno Fialho da APN – Publicidade, do Barreiro, assume a Presidência da Direcção.

“O comércio e a indústria precisam de se fazer notar. Se houver uma maior organização e união em torno da A.P.E.P.E. e justiça na aplicação de taxas, todos saem a ganhar”, afirmam os novos dirigentes da APEPE.

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Nuno Fialho da APN – Publicidade – Barreiro Assume presidência da Direcção da Associação Portuguesa de Empresas de Publicidade Exterior

Por Jornal Rostos

No dia 29 de março teve lugar no Hotel Arts, em Lisboa, a eleição dos novos corpos sociais da Associação Portuguesa de Empresas de Publicidade Exterior para o biénio 2016/2017.
A única lista que se apresentou a votos, foi eleita por unanimidade. Na Assembleia Geral está Joaquim Fernandes como Presidente; o Conselho Fiscal é Presidido por Paulo Fialho. Na direcção da A.P.E.P.E. está agora Nuno Fialho (APN – Publicidade) como Presidente; os Vice-Presidentes são: Jorge Paiva (Resulta) e Sérgio António (Espaço Exterior); o Secretário é Santos Lopes (Publirádio) e o tesoureiro é António Pissarra (Edicais). A nova direcção apresenta-se aos associados com a vontade de unir todos os operadores de publicidade exterior do País.

Neste momento está a ser elaborado o estudo “base” da área que indicará: quantas empresas são; quanto facturam, o número de postos de trabalho que criaram, bem como a recolha de opiniões sobre os problemas do setor.

Outro dos objectivos será lutar contra a Lei 34/2015 que, não tendo directamente a ver com esta área económica mas sim com o ordenamento das estradas, a publicidade exterior é abordada na Lei quando se legitima a antiga “Estradas de Portugal”, agora Infra-estruturas de Portugal, a cobrar taxas às empresas que já são taxadas pelas Autarquias. Sabemos que, em certos casos os valores não são suportáveis à manutenção da actividade em alguns Municípios, sobretudo quando há a pagar o aluguer de terrenos a privados. A A.P.E.P.E deve ter uma palavra a dizer às entidades competentes sobre esta matéria, e tentar impedir que saia a portaria da supracitada Lei ou, se tal não for possível, pelo menos que se consigam valores viáveis para os operadores. Entretanto, foi já pedida uma audiência ao Ministro do Planeamento e das Infraestruturas precisamente para sensibilizar o Governo para esta matéria.

Em cima da mesa está ainda a perspectiva de poder vir a trabalhar um novo contrato colectivo de trabalho para área;
Trabalhar a discrepância existente nos diferentes custos das licenças camarárias e concessões exclusivas;
Organizar o 2º e o 3º Encontro Nacional com o tema: “O Meio Outdoor em Portugal”.

Em suma, pretendemos que a A.P.E.P.E. esteja cada vez mais organizada, surja cada vez mais forte e interventiva, unindo todas as empresas do setor, para que possa ter voz activa nas importantes temáticas que digam respeito a esta área de actividade.
O comércio e a indústria precisam de se fazer notar. Se houver uma maior organização e união em torno da A.P.E.P.E. e justiça na aplicação de taxas, todos saem a ganhar.

Fonte - APEPE

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