Ondas LinearesUma empresa de informática que aposta na região
“O nosso objectivo é crescer, crescer cada vez mais na área dos serviços, englobando, tanto quanto possível, a Área Metropolitana de Lisboa, com grande ênfase na zona sul.” – sublinha o Gerente de “Ondas Lineares”.
“Somos um concelho tão pequenino, em termos de área geográfica, mas temos um potencial imenso, porque a massa encefálica nesta terra é enorme”- refere.
Uma conversa que mantivemos no decorrer da MEI2003 – Mostra Empresarial e Institucional, que hoje aqui divulgamos, na qual José António salienta que gostava que a vida no Barreiro “fosse menos politizada”.
“Somos um concelho tão pequenino, em termos de área geográfica, mas temos um potencial imenso, porque a massa encefálica nesta terra é enorme”- refere.
Uma conversa que mantivemos no decorrer da MEI2003 – Mostra Empresarial e Institucional, que hoje aqui divulgamos, na qual José António salienta que gostava que a vida no Barreiro “fosse menos politizada”.

Por Jornal Rostos
Ondas Lineares, empresa da área de informática, fundada em 1990. Os dois fundadores da empresa são barreirenses, mas a empresa nasceu em Caxias, tendo transferido a sua actividade para o Barreiro, em Maio de 1991.
Em 1991 esta empresa participou na BARRIND, tendo participado em todas até 1996.
Neste certame as Ondas Lineares conquistaram três prémios de originalidade e, diz-nos José António, Gerente da empresa – “A Barrind foi uma Feira que a gente sempre respeitou muito”.
Viver da terra e pela terra
As Ondas Lineares está presente e activa no mercado do Barreiro e da região.
José António, 33 anos, Gerente de “Ondas Lineares”, natural do Barreiro, é um empresário que desde sempre apostou no Barreiro, com 21 anos foi Director da Associação de Comércio e Serviços do Barreiro e Moita, tendo assumido até ao ano 2003 a Vice Presidência da Direcção daquela associação.
E, como ele referiu a “Rostos on line” – “Gosto de fazer coisas nesta terra. Sou Director do Galitos. Gosto de fazer coisas nesta terra. Porque eu digo e afirmo sempre isto e gostava que as pessoas pensassem um pouco sobre isto : Ser da terra, nasci da terra, sou criado da terra, vivo da terra, óbvio, para a terra, pago impostos da terra, crio empregos da terra. Gosto que a terra também nos respeite e às vezes não é sempre possível, porque somos pouco solidários”.
O tecido económico descaracterizou-se
“O Barreiro descaracterizou-se em termos de mercado e do seu tecido empresarial, do seu tecido comercial, até 1992 ou 97, eram perfeitamente definidos os grupos de influência as actividades económicas, a partir daí, com o desmembramento constante da Quimigal e da própria Quimiparque, que nos afecta sempre, julgo que empresas nas áreas de serviço, na área do comércio e soluções, na área da assistência, que é a nossa área, tiveram que diversificar, tiveram que alargar o seu âmbito de actividade.
Hoje, não podemos pensar só Barreiro, não podemos pensar no concelho, temos que pensar no Distrito e quem pode na Área Metropolitana de Lisboa.
Esse é o nosso objectivo é crescer, crescer cada vez mais na área dos serviços, englobando, tanto quanto possível, a Área Metropolitana de Lisboa, com grande ênfase na zona sul.” – sublinha o Gerente de “Ondas Lineares”.
v Promover potencialidades do Barreiro
Na nossa conversa perguntámos a José António se considerava que o Barreiro era uma terra que estava agora a abrir novos horizontes. Sorriu. E começou por referir que “essa pergunta tem veneno”.
“Sem politizar. Sem politizar, julgo que, cada pessoa que vem acrescenta mais, quem vem acrescenta um ponto, acho que as pessoas que vêem acrescentam sempre alguma coisa, mas tem que ser capitalizado, tem que ser transformado, tem que ser materializado, para além das ideias tem que se passar à prática, tem que se sair para fora dos corredores, tem que se sair das pressões e ir para a prática. As pessoas têm que sentir, nós temos que sentir.
Nós vivemos numa cidade que, embora tenha mantido a população – o Barreiro mantém a população há dez ou doze anos – mas com uma grande rotação de população. Ou seja com uma saída muito grande de pessoas que atingiram uma determinada idade e voltaram para as suas terras de origem e com um grande incremento de população nova.
Se somarmos a população do concelho vizinho da Moita, com os Bairros limítrofes, que fazem vida só no Barreiro, que não fazem vida, no concelho da Moita, temos uma população muito grande de gente nova que não conhece nem os valores, nem as ofertas da nossa cidade...acho que todos ganhávamos muito mais com isso, se eles soubessem.
Nós estamos todos a pagar impostos e se calhar 20 mil a pagar, para 100 mil usufruírem.” – salienta José António.
Barreiro - fosse menos politizado
“Gosto muito do Barreiro. Como eu costumo dizer: fui a última pessoa a nascer em Palhais, depois de mim já foi proibido. Gosto muito do Barreiro. Gostava que o Barreiro fosse menos politizado, que as pessoas se hipotecassem menos por questões pequeninas, que as pessoas fossem mais solidárias, porque o Barreiro tem potencial.
Somos um concelho tão pequenino, em termos de área geográfica, mas temos um potencial imenso, porque a massa encefálica nesta terra é enorme”- sublinha José António, Gerente de “Ondas Lineares”.
Sobre a MEI2003 refere que gostou desta iniciativa, embora, numa primeira análise, para quem estava habituado às BARRIND’s e às Festas da Moita, sentiu que faltava alguma coisa.
“Mas tudo correu bem. O tempo ajudou. As pessoas aderiram. Acho que há condições para fazer aqui, no Barreiro, uma boa Mostra Comercial e Industrial. Note-se que eu estou a referir estas duas tónicas – comercial e industrial. Aqui na MEI faltou o nosso tecido empresarial. Sei que estamos em Agosto. Mas quem quiser faz um esforço. Se fizermos todos um esforço seremos mais fortes. Para todos era muito melhor.” – comentou a finalizar José António, das Ondas Lienares.
Em 1991 esta empresa participou na BARRIND, tendo participado em todas até 1996.
Neste certame as Ondas Lineares conquistaram três prémios de originalidade e, diz-nos José António, Gerente da empresa – “A Barrind foi uma Feira que a gente sempre respeitou muito”.
Viver da terra e pela terra
As Ondas Lineares está presente e activa no mercado do Barreiro e da região.
José António, 33 anos, Gerente de “Ondas Lineares”, natural do Barreiro, é um empresário que desde sempre apostou no Barreiro, com 21 anos foi Director da Associação de Comércio e Serviços do Barreiro e Moita, tendo assumido até ao ano 2003 a Vice Presidência da Direcção daquela associação.
E, como ele referiu a “Rostos on line” – “Gosto de fazer coisas nesta terra. Sou Director do Galitos. Gosto de fazer coisas nesta terra. Porque eu digo e afirmo sempre isto e gostava que as pessoas pensassem um pouco sobre isto : Ser da terra, nasci da terra, sou criado da terra, vivo da terra, óbvio, para a terra, pago impostos da terra, crio empregos da terra. Gosto que a terra também nos respeite e às vezes não é sempre possível, porque somos pouco solidários”.
O tecido económico descaracterizou-se
“O Barreiro descaracterizou-se em termos de mercado e do seu tecido empresarial, do seu tecido comercial, até 1992 ou 97, eram perfeitamente definidos os grupos de influência as actividades económicas, a partir daí, com o desmembramento constante da Quimigal e da própria Quimiparque, que nos afecta sempre, julgo que empresas nas áreas de serviço, na área do comércio e soluções, na área da assistência, que é a nossa área, tiveram que diversificar, tiveram que alargar o seu âmbito de actividade.
Hoje, não podemos pensar só Barreiro, não podemos pensar no concelho, temos que pensar no Distrito e quem pode na Área Metropolitana de Lisboa.
Esse é o nosso objectivo é crescer, crescer cada vez mais na área dos serviços, englobando, tanto quanto possível, a Área Metropolitana de Lisboa, com grande ênfase na zona sul.” – sublinha o Gerente de “Ondas Lineares”.
v Promover potencialidades do Barreiro
Na nossa conversa perguntámos a José António se considerava que o Barreiro era uma terra que estava agora a abrir novos horizontes. Sorriu. E começou por referir que “essa pergunta tem veneno”.
“Sem politizar. Sem politizar, julgo que, cada pessoa que vem acrescenta mais, quem vem acrescenta um ponto, acho que as pessoas que vêem acrescentam sempre alguma coisa, mas tem que ser capitalizado, tem que ser transformado, tem que ser materializado, para além das ideias tem que se passar à prática, tem que se sair para fora dos corredores, tem que se sair das pressões e ir para a prática. As pessoas têm que sentir, nós temos que sentir.
Nós vivemos numa cidade que, embora tenha mantido a população – o Barreiro mantém a população há dez ou doze anos – mas com uma grande rotação de população. Ou seja com uma saída muito grande de pessoas que atingiram uma determinada idade e voltaram para as suas terras de origem e com um grande incremento de população nova.
Se somarmos a população do concelho vizinho da Moita, com os Bairros limítrofes, que fazem vida só no Barreiro, que não fazem vida, no concelho da Moita, temos uma população muito grande de gente nova que não conhece nem os valores, nem as ofertas da nossa cidade...acho que todos ganhávamos muito mais com isso, se eles soubessem.
Nós estamos todos a pagar impostos e se calhar 20 mil a pagar, para 100 mil usufruírem.” – salienta José António.
Barreiro - fosse menos politizado
“Gosto muito do Barreiro. Como eu costumo dizer: fui a última pessoa a nascer em Palhais, depois de mim já foi proibido. Gosto muito do Barreiro. Gostava que o Barreiro fosse menos politizado, que as pessoas se hipotecassem menos por questões pequeninas, que as pessoas fossem mais solidárias, porque o Barreiro tem potencial.
Somos um concelho tão pequenino, em termos de área geográfica, mas temos um potencial imenso, porque a massa encefálica nesta terra é enorme”- sublinha José António, Gerente de “Ondas Lineares”.
Sobre a MEI2003 refere que gostou desta iniciativa, embora, numa primeira análise, para quem estava habituado às BARRIND’s e às Festas da Moita, sentiu que faltava alguma coisa.
“Mas tudo correu bem. O tempo ajudou. As pessoas aderiram. Acho que há condições para fazer aqui, no Barreiro, uma boa Mostra Comercial e Industrial. Note-se que eu estou a referir estas duas tónicas – comercial e industrial. Aqui na MEI faltou o nosso tecido empresarial. Sei que estamos em Agosto. Mas quem quiser faz um esforço. Se fizermos todos um esforço seremos mais fortes. Para todos era muito melhor.” – comentou a finalizar José António, das Ondas Lienares.
















