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Forte contingente policial no Porto de SetúbalAbre passagem de autocarro com elementos para furar a greve dos trabalhadores

"No Porto de Setúbal o que se está a passar é uma luta reivindicativa e exigência do cumprimento da Constituição da Republica Portuguesa ou seja “que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo efectivo” e não está em causa a ordem pública", refere a União dos Sindicatos de Setúbal.

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Forte contingente policial no Porto de Setúbal Abre passagem de autocarro com elementos para furar a greve dos trabalhadores

Por Jornal Rostos

Governo P.S. mobiliza forças e serviços de segurança
Para furar a greve dos Estivadores Precários

O Governo P.S. ao dar cobertura através de um forte contingente policial, tendo em vista a passagem de um Autocarro com vários elementos estranhos à actividade habitual no Porto elementos esses que ião furar a greve dos trabalhadores Estivadores com vínculo precário.

O Governo do P.S. ao contrário do que afirma, esqueceu-se que o problema da precariedade é para resolver e optou por satisfazer a vontade dos operadores portuários que todos os dias precariza a relação de trabalho em nome das necessidades da Autoeuropa que estava aflita com os carros que estão no Porto de Setúbal.

Tudo isto entra em contradição com aquilo que foi afirmação da Ministra do Mar onde diz que temos de resolver os vínculos precários nos portos “esperamos que não seja com o recurso às forças de segurança” resta saber o que diz o Ministro do Trabalho sobre o problema laboral, o Ministro da Economia sobre o facto do Porto estar parado porque não se querer cumprir a Constituição da Republica Portuguesa e contratar 100 trabalhadores como efectivos que fazem falta todos os dias, e o Ministro da Administração Interna que ordenou as forças de segurança para dar cobertura a um autocarro com fura greves, já agora e como são 4 ministérios seria bom falar o Sr. 1º Ministro.

Pois no Porto de Setúbal o que se está a passar é uma luta reivindicativa e exigência do cumprimento da Constituição da Republica Portuguesa ou seja “que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo efectivo” e não está em causa a ordem pública.

Pois se estes trabalhadores pararam o Porto de Setúbal com a sua luta é porque fazem falta todos os dias.
A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN exorta os trabalhadores Estivadores a continuarem com a sua justa luta estando sempre solidária para que se cumpra a lei e efectivem os vínculos.

Fonte - Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN

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