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Vida

Medidas restritivas à economia por parte do GovernoComerciantes do concelho do Seixal tomam posição contra

A Câmara Municipal do Seixal e a Associação de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo do Distrito de Setúbal (ACISTDS) analisaram o panorama das pequenas e médias empresas do concelho, extremamente fustigadas com os efeitos da pandemia.

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Medidas restritivas à economia por parte do Governo Comerciantes do concelho do Seixal tomam posição contra

Por Jornal Rostos

Nesta fase de vacinação da população, em que no concelho do Seixal mais de 60% dos habitantes já tem uma inoculação e 20% as duas, não há justificação para o Governo acrescentar mais medidas restritivas que impeçam o normal funcionamento da vida económica, social, cultural e desportiva do concelho e do país. Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, considera que "o que é necessário neste contexto de pandemia é que o processo de vacinação seja mais rápido, assim como a testagem massiva e o rastreio de todos os novos casos, a par do reforço das equipas de saúde pública e da contratação de mais profissionais de saúde e não restringir as atividades das pequenas e médias empresas".

As duas entidades pedem ao Governo que, ao invés de estratégias que se pautam por restrições sobre restrições, implemente medidas concretas para travar o crescimento acelerado dos níveis do desemprego, os milhares de despedimentos, os salários em atraso, bem como dar resposta aos problemas que atingem os setores mais vulneráveis da população. Idêntica posição foi consensualizada noutra reunião realizada com a Confederação dos Micro, Pequenos e Médios empresários (CPPME).

Os associados da ACISTDS, que representam uma enorme percentagem do tecido económico da região e têm um papel fundamental para a economia do país, consideram que a resposta aos seus problemas, no âmbito da situação epidemiológica, se tem caracterizado por um baixo nível dos valores dos apoios governamentais, pela dificuldade de acesso aos mesmos e pela lentidão como são disponibilizados, sendo um dos setores mais fustigados pelos efeitos da pandemia.

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