Administração da EuroResinas - SinesChegou ao limite da sua capacidade negocial no que respeita a aumentos salariais.
Este tem sido um processo marcado por uma postura de total inflexibilidade por parte do sindicato, que sistematicamente rejeita as propostas apresentadas, desrespeita o processo negocial e a vontade da maioria dos trabalhadores, como se comprova pela falta de adesão à greve.", refere um comunicado da administração da EuroResinas.

Por Jornal Rostos
A administração da EuroResinas – Indústrias Químicas recebeu a 29 de dezembro um pré-aviso de greve da parte do Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul – SITE SUL.
Esta é a segunda greve com a duração de 10 dias convocada pelo Sindicato no espaço de dois meses, que conta, mais uma vez, com uma baixa adesão. Hoje, dois colaboradores aderiram à greve, um no turno da noite e outro no turno da manhã.
Este tem sido um processo marcado por uma postura de total inflexibilidade por parte do sindicato, que sistematicamente rejeita as propostas apresentadas, desrespeita o processo negocial e a vontade da maioria dos trabalhadores, como se comprova pela falta de adesão à greve. Em novembro, tal como agora, foi convocada uma paralisação enquanto decorriam negociações entre as partes. A empresa propôs aumentos salariais superiores ao dobro do negociado para a função pública, que foram rejeitados pelo Sindicato.
Tendo em conta o atual cenário de incerteza económica – em que nos deparamos, entre outros, com um aumento descontrolado e fortemente penalizador dos custos das matérias-primas e da energia –, a Administração da EuroResinas já informou o sindicato de que chegou ao limite da sua capacidade negocial no que respeita a aumentos salariais.
A Administração faz votos de que seja possível terminar com esta instabilidade criada pelo Sindicato, no melhor interesse dos Colaboradores e do futuro da empresa.
A Administração da EuroResinas














