VII Fórum APCER no Auditório do Europarque
QUALIDADE É UMA APOSTA ESTRATÉGICA PARA OS NEGÓCIOS DO SÉCULO XXI
·Especialistas defendem uma abordagem dinâmica das questões da qualidade
·Excelência empresarial é excelência emocional dos empresários
·Especialistas defendem uma abordagem dinâmica das questões da qualidade
·Excelência empresarial é excelência emocional dos empresários
Por Jornal Rostos
“Pensamento estratégico é uma ferramenta vital para qualquer negócio. A aposta na qualidade assenta justamente no pensamento estratégico que as empresas e os seus gestores devem estabelecer”, afirmou Alan Smith na sétima edição do Fórum APCER, perante os mais de 600 especialistas presentes no Auditório do Europarque, em Santa Maria da Feira.
O auditor inglês defendeu a necessidade das auditorias de qualidade não “serem apenas um rol de registo de conformidades ou não-conformidades, mas sim uma ferramenta indispensável para qualquer gestor. As auditorias devem ir cada vez mais longe e não se devem dissociar da experiência dos auditores que as executam. Podemos e devemos apontar caminhos, dar informações sobre situações que detectámos noutras empresas. Devemos enriquecer com conhecimento as empresas que auditamos, sempre que pudermos”. Alan Smith defendeu deste modo o valor acrescentado que as auditorias devem ter na busca da excelência empresarial.
Tomando como mote a excelência empresarial lançada por Alan Smith, o professor Jorge Araújo, conceituado treinador desportivo, destacou a importância do compromisso dos gestores com a aposta estratégica na qualidade, criando paralelismos com o mundo desportivo, defendendo a importância de estes “se constituírem como líderes de uma equipa que quer vencer, apostando de uma forma prioritária na sua excelência emocional”.
A busca da excelência com base na implementação de um sistema seis sigma – sistema que busca a obtenção do grau zero dos desvios e incorrecções na produção ou na prestação de serviços - , foi defendida pelo especialista espanhol Luís Gimenez que aproveitou para desfazer os mitos que se criaram em redor deste sistema. “O seis sigma ao contrário do que muitos pensam não se implementa apenas em empresas manufactoras. Ele é igualmente aplicável em empresas de serviços. Por outro lado, há cada vez mais empresas a procurar as vantagens que decorrem da implementação deste sistema e nem todos são grandes multinacionais. Há já empresas em Espanha com cerca de 50 trabalhadores que o aplicam com sucesso”, afirmou aquele especialista.
A importância da aplicação metodológica do sistema mais utilizado pelas empresas de auditoria financeira para avaliação dos seus pontos fortes e fracos, nos vários sectores e perante os seus vários públicos, registando o seu contributo efectivo para a estratégia da empresa – balanced scorecard – foi defendida por Paula Melo.
Os trabalhos deste Fórum prolongaram-se pela tarde, período em que as questões do benchmarking e da inovação como vantagem competitiva foram debatidas.
Promovido em parceria pela Associação Portuguesa de Certificação (APCER), e pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), o Fórum APCER é o contributo efectivo destas associações no sentido de divulgar e promover o uso de ferramentas de gestão nas organizações, de entre as quais a certificação se destaca como linha de orientação estratégica.
«Em Portugal, o desejo de alcançar a excelência empresarial tornou-se já uma realidade. É também esse o caminho que a APCER quer ajudar a percorrer», afirma Pedro Alves, director de Marketing e Desenvolvimento da APCER.
«Para a APCER a certificação é uma actividade que implica compromisso e dedicação, traduzindo-se numa postura empresarial mais dinâmica, mais eficaz e competitiva. A APCER pretende manter a liderança e, por isso, dar o exemplo, aplicando estes conceitos aos seus próprios processos, nunca descurando a análise cuidada do mercado, potenciadora de uma oferta sempre renovada de serviços», reitera o responsável.
O auditor inglês defendeu a necessidade das auditorias de qualidade não “serem apenas um rol de registo de conformidades ou não-conformidades, mas sim uma ferramenta indispensável para qualquer gestor. As auditorias devem ir cada vez mais longe e não se devem dissociar da experiência dos auditores que as executam. Podemos e devemos apontar caminhos, dar informações sobre situações que detectámos noutras empresas. Devemos enriquecer com conhecimento as empresas que auditamos, sempre que pudermos”. Alan Smith defendeu deste modo o valor acrescentado que as auditorias devem ter na busca da excelência empresarial.
Tomando como mote a excelência empresarial lançada por Alan Smith, o professor Jorge Araújo, conceituado treinador desportivo, destacou a importância do compromisso dos gestores com a aposta estratégica na qualidade, criando paralelismos com o mundo desportivo, defendendo a importância de estes “se constituírem como líderes de uma equipa que quer vencer, apostando de uma forma prioritária na sua excelência emocional”.
A busca da excelência com base na implementação de um sistema seis sigma – sistema que busca a obtenção do grau zero dos desvios e incorrecções na produção ou na prestação de serviços - , foi defendida pelo especialista espanhol Luís Gimenez que aproveitou para desfazer os mitos que se criaram em redor deste sistema. “O seis sigma ao contrário do que muitos pensam não se implementa apenas em empresas manufactoras. Ele é igualmente aplicável em empresas de serviços. Por outro lado, há cada vez mais empresas a procurar as vantagens que decorrem da implementação deste sistema e nem todos são grandes multinacionais. Há já empresas em Espanha com cerca de 50 trabalhadores que o aplicam com sucesso”, afirmou aquele especialista.
A importância da aplicação metodológica do sistema mais utilizado pelas empresas de auditoria financeira para avaliação dos seus pontos fortes e fracos, nos vários sectores e perante os seus vários públicos, registando o seu contributo efectivo para a estratégia da empresa – balanced scorecard – foi defendida por Paula Melo.
Os trabalhos deste Fórum prolongaram-se pela tarde, período em que as questões do benchmarking e da inovação como vantagem competitiva foram debatidas.
Promovido em parceria pela Associação Portuguesa de Certificação (APCER), e pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), o Fórum APCER é o contributo efectivo destas associações no sentido de divulgar e promover o uso de ferramentas de gestão nas organizações, de entre as quais a certificação se destaca como linha de orientação estratégica.
«Em Portugal, o desejo de alcançar a excelência empresarial tornou-se já uma realidade. É também esse o caminho que a APCER quer ajudar a percorrer», afirma Pedro Alves, director de Marketing e Desenvolvimento da APCER.
«Para a APCER a certificação é uma actividade que implica compromisso e dedicação, traduzindo-se numa postura empresarial mais dinâmica, mais eficaz e competitiva. A APCER pretende manter a liderança e, por isso, dar o exemplo, aplicando estes conceitos aos seus próprios processos, nunca descurando a análise cuidada do mercado, potenciadora de uma oferta sempre renovada de serviços», reitera o responsável.














