Oracle participa na modernização da Câmara Municipal de Lisboa
Por Jornal Rostos
Esta modernização, a cargo do Departamento de Modernização Administrativa e Gestão de Informação (DMAGI) da autarquia lisboeta, teve como ponto de partida a necessidade de criação de uma estrutura de informação aplicacional e tecnológica que cobrisse todos os serviços camarários. Depois de uma consulta ao mercado a edilidade da capital seleccionou a Oracle para seu parceiro neste projecto, mais concretamente a sua plataforma Oracle Collaboration Suite.
Jorge Baptista, director de informática do DMAGI, explica esta escolha com o facto de “ a plataforma da Oracle que foi implementa no nossos serviços nos garantir evolução e consolidação que eram pontos essenciais para a continuidade deste processo ao mesmo tempo nos garantia o acompanhamento do processo independentemente do implementador que escolhêssemos”.
O projecto de modernização administrativa teve início com o projecto “e-mail para todos”, que consiste em normalizar e tornar acessível a todos os funcionários da autarquia o correio electrónico. Isto porque existiam vários servidores de e-mail não normalizados e diferentes domínios. Na base deste projecto de normalização e uniformização esteve o Oracle Collaboration Suite.
Após esta primeira fase do projecto de modernização administrativa, a CML começou a explorar as várias características da plataforma Oracle Collaboration Suite para dar seguimento à estratégia anteriormente delineada. O passo seguinte foi a criação de espaços de trabalho públicos e privados para que houvesse uma maior partilha de informação entre os vários serviços autárquicos. Actualmente, o DMAGI utiliza esta funcionalidade para a partilha de documentação relativa aos projectos na área das TIC que estão em curso.
A capacidade da plataforma Oracle Collaboration Suite fica demonstrada pelo elevado número de utilizadores registados, que actualmente são quatro mil, sendo que diariamente a média de utilizadores de e-mail ronda os 2 mil a 2.500 funcionários. Mas a ambição é chegar aos 10 mil utilizadores.
Numa fase posterior a CML pretende estender as funcionalidades de SMS (Short Messaging Service) e a utilização de dispositivos móveis como os telemóveis e os PDA’s aos organismos e serviços camarários onde faça sentido a sua utilização. A web conferencing para grupos de trabalho restrito é outras das apostas para um futuro não muito longínquo.
“A escolha da Oracle deveu-se não só às funcionalidades da plataforma escolhida como à possibilidade de acompanhamento e desenvolvimento futuro. Importante foi também o facto de se tratar de uma plataforma suficientemente aberta para permitir a colaboração entre serviços”, refere o mesmo responsável, que acrescenta “considerámos que as funcionalidades apresentadas tornariam esta plataforma estruturante para a Câmara Municipal de Lisboa”, refere Jorge Baptista.
Essencial na escolha da plataforma Oracle Collaboration Suite é a possibilidade de trabalhar tanto em ambiente Microsoft como Linux, o que permitiu a adopção de software open source pela CML corporizando em certa medida a resolução 66/2004 da Assembleia da Republica, tendo baseado toda a sua infra-estrutura de servidores em Linux.
Actualmente a CML está a utilizar, para além do Oracle Collaboration Suite, o Oracle Database, o Oracle Application Server e o Oracle RAC Real Application Cluster.
Todo este trabalho de implementação da plataforma Oracle Collaboration Suite foi desenvolvido em conjunto pela CML e pela Oracle. “O trabalho conjunto entre as duas entidades permitiu uma transferência de know-how e competências para os técnicos da autarquia, assim como levou a que os mesmos compreendessem as verdadeiras necessidades dos utilizadores. Desta forma foi possível em conjunto com a Oracle moldar a plataforma de acordo com esses requisitos”, refere Jorge Baptista














