Na Margem Sul abre2ª loja de Comércio Justo e Solidário
Além do espaço localizado no Pragal, Almada, a funcionar aproximadamente há 3 anos – fruto da intercooperação com a Pluricoop- os consumidores passarão a ter ao seu dispor mais uma loja de Comércio Justo da Mó de Vida, no Pinhal Novo, concelho de Palmela.

Por Jornal Rostos
O Comércio Justo, através do cumprimento dos seus critérios sociais e ambientais, procura intervir localmente, beneficiando actualmente mais de 850.000 famílias de produtores de Africa, América Latina e Sudeste Asiático.
No distrito de Setúbal o trabalho de sensibilização e educação desenvolvido pela Mó de Vida, organização cooperativa de Comércio Justo, esta a dar os seus frutos.
Mais comércio justo
Prova disto é a abertura anunciada para o dia 5 de Novembro da 2ª loja de Comércio Justo e Solidário na margem sul. Além do espaço localizado no Pragal, Almada, a funcionar aproximadamente há 3 anos – fruto da intercooperação com a Pluricoop, a maior cooperativa de consumo do país – os consumidores passarão a ter ao seu dispor uma loja de Comércio Justo da Mó de Vida no Pinhal Novo, concelho de Palmela.
Local: Centro Comercial Coop
Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral, n.º 1 - loja 10
(junto à estação ferroviária)
“O Comércio Justo e Solidário, dependendo dos actores que nele intervenham, pode ser um instrumento que, em conjunto com outros movimentos análogos, não se opere transformações positivas na vida dos pequenos produtores dos países menos desenvolvidos, como crie condições para a globalização da dignidade do ser” - é a opinião dos promotores deste projecto na Margem sul do Tejo.
Consumo critico e responsável
Apesar dos indicadores económicos do pais não serem nada animadores, tem aumentado a adesão dos portugueses à prática de um consumo crítico e responsável.
As grandes e crescentes assimetrias existentes entre os países do norte e do sul geopolítico, também encontradas no nosso pais entre ricos e pobres, vem provar que somente práticas assistencialistas e caritativas não resolvem a situação e podem mesmo perpetua-la, atendendo, nalguns casos, a interesses que não os da verdadeira construção do ser humano, digno e livre.
Como consequência da exploração humana, assistimos actualmente ao aumento dos fluxos migratórios e à utilização exaustiva dos recursos naturais não renováveis, com todos os problemas ambientais dai decorrentes.














