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CASINO LISBOAEspaço sofisticado para o Turismo de qualidade

Com a inauguração marcada para o próximo dia 19 de Abril, o Casino Lisboa, localizado no Parque das Nações, encontra-se em adiantada fase de acabamentos. Este inovador projecto, assinado pelo Atelier de Arquitectura Fernando Jorge Correia, distingue-se pela sua ousadia conceptual, bem como pelas opções estéticas dos interiores, com soluções funcionais e um layout de cariz vanguardista.

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CASINO LISBOA Espaço sofisticado para o Turismo de qualidade

Por Jornal Rostos

A obra, quando terminada, cumpre-se em 11 meses e três semanas, o que constitui “um recorde em construir um casino desta envergadura em tão pouco tempo”, refere Mário Assis Ferreira, Presidente da Estoril Sol.

Com uma multiplicidade de espaços, que se distribuem por áreas de lazer, restauração, cultura e animação, o edifício do Casino Lisboa identifica-se pela lógica da transparência e intercomunicação dos seus diferentes pólos.

Como define Mário Assis Ferreira, “As linhas arquitectónicas são impressivas e originais. O interior privilegia a transparência, permitindo adivinhar ambientes distintos, apenas interligados por um gigantesco elemento escultórico cilíndrico e surpreendente”.

Com uma sofisticada fachada em vidro, da qual sobressai um cilindro translúcido com 20 metros de altura, o novo Casino Lisboa obedece a um design exterior e interior caracterizado por uma grande modernidade arquitectónica.

A entrada principal encaminha-nos para um grande espaço central, que se desenvolve em três patamares concêntricos, com vista panorâmica e nos quais se encontram restaurantes, lounges e bares.

Num formato de bar-esplanada, o Arena Lounge está disposto em plataformas que giram em sentidos opostos, permitindo aos frequentadores obter uma visão múltipla das propostas de animação. O Play Bar, Joker Bar e o Baccarat Bar complementam as necessidades de pausa e lazer dos visitantes. Dotados de um serviço de elevada qualidade, distinguem-se pela eficiência e criatividade.

Depois, as áreas de restauração, que se desenvolvem nos pisos superiores do grande cilindro, vão englobar três tipologias diferentes de restaurantes:
- O Pragma, no terceiro piso, define-se como um espaço gourmet com capacidade para 60 pessoas. Só para jantar, a cozinha será de autor e a ementa incluirá pratos assinados por Fausto Airoldi. Este conceito de “assinatura” do Chefe de Cozinha” inclui pratos que desenvolveu ao longo da sua carreira, bem como outros que pretende criar. Estão previstos menus-degustação de seis, nove e doze pratos. Os preços serão, respectivamente, de 60, 72 e 85 euros.

- O Spot Lx, no terceiro piso, é o espaço da moda. Apresentados de forma estilizada como peças de design, os pratos incluem desde os petiscos portugueses ao sushi. Este espaço integra, ainda uma zona lounge com sofás, cadeirões, e livraria gourmet com publicações que podem ser consultadas pelos clientes.

Com capacidade para 120 lugares, o Spot Lx apresenta uma cozinha mais global e urbana, num ambiente de descontracção e de grande ênfase musical. Com o preço médio de 35 euros, com bebidas, serviço de “coffee shop”, a partir das 15 horas, e refeições das 19 à uma e meia da manhã.

- O Átrio, no segundo piso, caracteriza-se como um buffet de pratos de cozinha portuguesa e “show-cooking”, ou seja, pratos que são finalizados diante do cliente. Com um preço variável que ronda os 16 a 25 euros, abre das 19 horas às duas e meia da manhã.

No capítulo dos eventos de âmbito cultural, prevê-se uma programação variada, “com espectáculos originais da Broadway, de Paris ou de teatros londrinos e outras produções internacionais independentes de elevada qualidade, cujas actuações se prolongarão por períodos de três semanas a um mês”, revela Mário Assis Ferreira. Estarão, também, em cartaz, ciclos temáticos de música contemporânea, o jazz e os concertos internacionais de vanguarda. (Ver documentação anexa sobre os espectáculos de abertura, com os 12 concertos inaugurais).

Mário Assis Ferreira, salienta, ainda, esta série de espectáculos de excelência, realçando que “o Casino é indispensável à cidade. A ideia é surpreender Lisboa, trazendo a este casino grandes produções e exibições artísticas internacionais. De facto, “a capital evidenciava um monolitismo gritante no que se refere ao lazer e que, agora, apresenta mais opções nesta área”.

O Auditório dos Oceanos será a sala de espectáculos do Casino Lisboa. Com capacidade para 642 lugares, dispõe de tecto escamoteável, estando prevista, ainda, a realização de conferências. É dotado da mais moderna tecnologia e dos equipamentos mais sofisticados, de modo a privilegiar a sua interactividade com o espaço cilíndrico central, onde se desenvolverão acções complementares de animação musical e de movimentos acrobáticos por grandes especialistas do género.

Trata-se de um anfiteatro com layouts variáveis, que dispõe de um fundo de palco, o qual tanto pode funcionar com cortinas opacas como sem elas, revelando, através da transparência do fundo de cena, os espaços contíguos.

Nas áreas reservadas ao jogo, a sala mista, a sala de máquinas e a sala de jogos tradicionais terão uma capacidade graduável ao longo dos próximos cinco anos. De início, o Casino Lisboa disporá de 800 máquinas automáticas e 22 mesas de jogos bancados. Nesta área, funcionarão três bares de apoio ao jogo, um em cada piso.

A Estoril Sol prevê nos próximos cinco anos alargar, de forma gradual, o número de máquinas de jogos para as 1500.

Houve a intenção de não iniciar a exploração com o número máximo de “slot machines” para “evitar uma desestabilização do jogo”, revela Mário Assis Ferreira. “Não queremos criar excesso de oferta e com isso provocar uma canibalização do Casino Estoril”.

No intuito de garantir aos “clientes do Casino Lisboa emoções só imagináveis nos maiores casinos de Las Vegas, a dimensão dos prémios será idêntica à que é praticada nas várias salas de jogos do Casino Estoril que, aliás, são as mais generosas da Europa”, afirma o Presidente da Estoril Sol.

O novo Casino Lisboa, que ocupa uma área de cerca de 15 mil metros quadrados, envolveu um investimento para a Estoril Sol na ordem dos 100 milhões de euros, ou seja, 20 milhões de contos.

Este investimento engloba, em linhas gerais, a aquisição do antigo Pavilhão do Futuro - que se destinava a ser demolido - e do espaço de um edifício fronteiro, para albergar 300 lugares de estacionamento e, ainda, de outro parque de estacionamento subterrâneo, com acesso directo ao lounge do Casino, num total de 600 lugares.

O custo das contrapartidas iniciais, inerentes à extensão da concessão da Zona de Jogo, é de 30 milhões de euros indexáveis.

Está prevista para 2006 – contemplando apenas os 8 meses e 10 dias a partir de 19 de Abril – uma receita bruta de 70 milhões de euros, admitindo-se que, até 2010, as receitas brutas do Casino Lisboa possam ultrapassar as do Casino Estoril, que se situam nos 127 milhões de euros anuais.

Em termos de postos de trabalho, o Casino Lisboa vem criar 500 novos empregos directos, após um intenso período de formação, que se prolongou pelos últimos oito meses.

Com o modelo e prestigio do Casino Estoril já consagrados, prevê-se, assim, que a oferta alargada do Casino Lisboa atraia novos públicos. “Será complementar à oferta existente no Casino Estoril, adoptando uma estratégia não concorrencial a nível sócio-etário do público-alvo”.

“A diferença de Lisboa em relação ao Estoril passa pela criação de um novo conceito. O Casino Estoril irá continuar a apostar no glamour, nos mármores e nas sinfonias de cor, cativando um público predominantemente acima dos 40 anos que gosta das nossas Galas internacionais e dos nossos espectáculos originais e que é apreciador de uma gastronomia mais clássica, enquanto que o Casino Lisboa irá estar direccionado para um público entre os 25 e os 40 anos, que gosta de um espaço mais minimalista, com um design depurado, de vanguarda, e que irá frequentar o Casino não só pela vertente do jogo mas, igualmente, pela vertente mais social e cultural”, observa Mário Assis Ferreira

O turismo de negócios, que está a afluir cada vez mais à capital, constitui, também, uma das prioridades para o novo Casino Lisboa, que deverá ser visitado, em média, por seis mil pessoas nos dias úteis, atingindo as 10 mil aos sábados e domingos.

“Penso que podemos gabar-nos de ter encontrado soluções nunca antes aplicadas a um casino”, diz o Presidente da Estoril Sol, admitindo que, “este projecto é susceptível de se tornar num padrão a seguir, até em termos internacionais”, conclui Mário Assis Ferreira.

Diferente de todos os casinos conhecidos, o Casino Lisboa obedecerá, pois, aos mais elevados e sofisticados padrões de qualidade, com o objectivo de constituir um ponto de referência na oferta turística da cidade.

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