Hospital Distrital do BarreiroA nomeação do novo Conselho de Administração é competência da Administração Regional
“É necessário clarificar a situação da Administração do Hospital do Barreiro.
É inadmissível que a indefinição continue, não aceitaremos a desvalorização, ou a redução de valências do Hospital” – foi preocupação expressa pelo Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, na noite evocativa do 25 de Abril.

Por Jornal Rostos
“Quero partilhar algumas preocupações que é necessário dar resposta.
É necessário clarificar a situação da Administração do Hospital do Barreiro.
É inadmissível que a indefinição continue, não aceitaremos a desvalorização, ou a redução de valências do Hospital.
Estamos e estaremos a desencadear um conjunto de contactos para ajudar a resolver as indefinições e proporemos que o município, indique um seu representante para o Conselho de Administração, como a nova legislação prevê” – sublinhou Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, na sua intervenção nas comemorações do 25 de Abril.
Conselho de Administração está em gestão
Perante as preocupações expressas pelo Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, contactámos o Conselho de Administração do Hospital tendo em vista obtermos um comentário, sobre as preocupações expressas por Carlos Humberto, na noite comemorativa do 25 de Abril.
De acordo com declaração do Presidente do Conselho de Administração do Hospital de Nª Sª do Rosário , José Guilherme Caranguejeiro, - “o Conselho de Administração do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE está em gestão desde o dia 1 de Janeiro de 2006”.
Refere na mesma nota o Presidente do Conselho de Administração que –“a proposta de nomeação do novo Conselho de Administração é da competência da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).”
Urgente tomada de medidas
Entretanto, em contactos com alguns profissionais do Hospital do Barreiro registámos que existem preocupações e muitas inquietações pelo facto de o Conselho de Administração se manter em gestão desde 1 de Janeiro, situação que causa, referem, algumas “lacunas” que são necessárias colmatar e apelam no sentido de serem tomadas medidas com urgência.














