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Trabalhadores ferroviários exigemSector ferroviário ao serviço dos reais interesses do País

. Trabalhadores da EMEF Barreiro marcaram presença

Os representantes dos trabalhadores ferroviários realizaram no dia 11 de Maio uma vigília em frente ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, e exigiram do Governo a implementação de “políticas que ponham o sector ferroviário ao serviço dos reais interesses do País e dos utentes e que seja ampliada a componente social do caminho-de-ferro”.

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Trabalhadores ferroviários exigem Sector ferroviário ao serviço dos reais interesses do País

Por Jornal Rostos

Os representantes dos trabalhadores ferroviários (dirigentes e delegados sindicais e membros das CT’s da CP e da EMEF) realizaram no dia 11 de Maio uma vigília em frente ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, tendo como finalidade exigir do Governo a implementação de “políticas que ponham o sector ferroviário ao serviço dos reais interesses do País e dos utentes e que seja ampliada a componente social do caminho-de-ferro”.

Os representantes dos trabalhadores ferroviários durante a vigília durante a qual aprovaram uma resolução onde expressam a vontade de “continuar a luta por um sector desenvolvido e modernizados, pela manutenção dos postos de trabalho, pela valorização dos salários reais, pela defesa dos direitos e por trabalho com direitos.

Os trabalhadores ferroviários, na RESOLUÇÂO que aprovaram, reivindicam:

1. Políticas que ponham o sector ferroviário ao serviço dos reais interesses do País e dos utentes e que seja ampliada a componente social do caminho-de-ferro;

2. Que sejam definidos planos de desenvolvimento e modernização das empresas, credíveis e motivadores, que tenham em conta uma articulação entre todas as empresas com vista à melhoria do transporte de passageiros e mercadorias;

3. Que seja reduzido o volume de contratualização ao mínimo e que sejam aproveitadas todas as capacidades instaladas nas empresas do sector;

4. Que se mantenham os postos de trabalho e que passem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários e que estão a ocupar postos de trabalho permanentes;

5. Que seja posto termo à ameaça de despedimento colectivo dos trabalhadores do metro do Porto e que estes regressem às empresas de origem, com colocações compatíveis com a categoria que tinham e com a sua residência;

6. Que seja dinamizada a contratação colectiva nas empresas em que existem AE’s, de modo a concretizar-se a melhoria dos salários reais e a negociação dos RC’s;

7. Negociação colectiva em todas as empresas em que não há acordos, em particular na FERTAGUS, TEX, Metro do Porto e Transdev;

8. Que seja posto fim à discriminação entre trabalhadores e, que em cada uma das empresas, os direitos sejam iguais para todos;

Em torno destas reivindicações, os participantes na Vigília do dia 11 de Maio, decidiram:

Marcar uma jornada de luta nacional descentralizada, em moldes a definir, que posteriormente se insira na acção da CGTP-IN marcada para esse dia, com os seguintes objectivos:

• Em defesa da segurança social, contra a diminuição das pensões e a tentativa do aumento directo ou indirecto da idade da reforma;

• Contra o aumento do custo de vida e pela melhoria dos salários;

• Em defesa do emprego, contra a precariedade;

• Pela contratação colectiva e pela revogação das normas gravosas do Código do Trabalho;

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