Alcochete-FreeportTribunal dá razão no processo Paulo
A Cinemas Millenium, Paulo Branco e Madragoa pediam que o Freeport fosse condenado a indemnizá-los e defendiam que o outlet os teria enganado quanto ao número de visitantes, que seria de 20 milhões, e quanto às suas componentes lúdicas.
Por Jornal Rostos
Em Junho de 2005, a empresa Cinemas Millenium, em conjunto com a sua accionista Madragoa, Produção de Filmes, S.A e Paulo Branco, administrador de ambas, apresentaram uma acção contra o Freeport de Alcochete. Alegavam então que o outlet os teria induzido e mantido em erro no momento da celebração e durante a vigência dos contratos de ocupação dos cinemas.
A Cinemas Millenium, Paulo Branco e Madragoa pediam que o Freeport fosse condenado a indemnizá-los e defendiam que o outlet os teria enganado quanto ao número de visitantes, que seria de 20 milhões, e quanto às suas componentes lúdicas.
Agora, quase um ano depois de apresentada a acção, o tribunal proferiu a sentença que absolve o Freeport de todos os pedidos. A decisão tem como fundamento o facto de não terem sido apresentadas provas que demonstrem erros, enganos ou sugestões do Freeport na celebração dos contratos, em relação ao número de visitantes e à componente lúdica.
O tribunal, refere a noticia, sublinha ainda que a Cinemas Millenium teve oportunidade de investigar e analisar a viabilidade da exploração dos cinemas, bem como da existência da componente lúdica e, se não o fez, não usou da diligência que devia.
«O Freeport congratula-se com a decisão do tribunal que vem dar razão aos seus argumentos, demonstrando a falta de fundamento invocada por Paulo Branco», - salienta a Administração do Freeport.














