Plano de Urbanização Almada NascenteParque EXPO é responsável pela assessoria técnica numa área que ocupa 75 hectares designada por Projecto Margueira
O objectivo da Waterfront Expo 2007 é destacar a importância do desenvolvimento sustentável de cidades ribeirinhas, através da realização de uma conferência e exposição anual, destinada a promover as boas práticas de intervenção em zonas de frente de água.

Por Jornal Rostos
O evento é organizado pela Junta Metropolitana de Lisboa, Associação Turismo de Lisboa, municípios de Oeiras e Almada, Administração do Porto de Lisboa e Associação Industrial Portuguesa.
Plano de Urbanização Almada Nascente ocupa um stand específico
O Plano de Urbanização Almada Nascente ocupa um stand específico nesta mostra internacional. O Projecto Estratégico será apresentado numa conferência, no dia 3 de Outubro, que conta com a presença de Richard Rogers, uma referência mundial da arquitectura e membro da equipa responsável por este Plano.
O projecto Almada Nascente propõe-se reabilitar 115 hectares da zona ribeirinha de Almada que abrange o antigo estaleiro da Lisnave, a antiga fábrica de Moagem, a Mutela e o Caramujo/ Romeira. Trata-se de um grande projecto para a Área Metropolitana de Lisboa, a concretizar durante 20 anos.
Importância do desenvolvimento sustentável de cidades ribeirinhas
A concretização deste projecto pretende introduzir alterações ao plano existente, tendo em vista a optimização da proposta de ocupação, nomeadamente na perspectiva do principal proprietário, o Fundo Margueira – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário.
O objectivo da Waterfront Expo 2007 é destacar a importância do desenvolvimento sustentável de cidades ribeirinhas, através da realização de uma conferência e exposição anual, destinada a promover as boas práticas de intervenção em zonas de frente de água. Nesta conferência internacional participam técnicos e peritos responsáveis por projectos de requalificação urbana destas áreas.
Ocupa 220 km de frente ribeirinha e abrange 13 municípios
Este é um fórum que potencia o estabelecimento de novas parcerias, ao mesmo tempo que fomenta a troca de ideias, o conhecimento de novos produtos e serviços, a análise de novas abordagens ao desenvolvimento imobiliário, regeneração urbana, construção e design de projectos, bem como a identificação de novas oportunidades de desenvolvimento regional e global.
Lisboa foi a capital escolhida para acolher a edição de 2007 deste fórum mundial, devido à crescente importância que a zona ribeirinha desta cidade tem vindo a adquirir, quer a nível turístico, quer enquanto entrada para a Europa continental. A metrópole, com 3.5 milhões de habitantes, ocupa 220 km de frente ribeirinha e abrange 13 municípios.
Parque EXPO é responsável pela assessoria técnica nos domínios do ordenamento do território
No âmbito do Plano de Urbanização Almada Nascente, a Parque EXPO é responsável pela assessoria técnica nos domínios do ordenamento do território e urbanismo, numa área que ocupa 75 hectares, designada por Projecto Margueira.
A Parque EXPO é a única empresa portuguesa certificada para a prospecção, concepção e gestão de projectos de renovação urbana e de requalificação ambiental, e uma das poucas, na Europa, com uma missão desta natureza.
A empresa detém uma larga experiência na área da reabilitação e revitalização urbana, como se pode constatar pela EXPO’98, o projecto Parque das Nações e os dez projectos desenvolvidos no âmbito do Programa Polis.
Um instrumento de execução de políticas públicas de ambiente
A Empresa é um instrumento de execução de políticas públicas de ambiente e de ordenamento do território, ao enquadrar a concepção e implementação de operações integradas na óptica do interesse público, nos princípios de melhoria da qualidade de vida, do equilíbrio ambiental e da competitividade.
Tem por missão provocar a mutação do território, promovendo a qualidade da vida urbana e a competitividade das cidades, através de operações de requalificação, desenvolvendo, de forma integrada, as vertentes ambiental, social, económica e cultural, numa perspectiva de sustentabilidade.














