No Barreiro - LavradioAP - Amoníaco de Portugal volta a laborar
A CT sublinha que “durante este período difícil”, a Administração “honrou sempre os compromissos que tinha para com os trabalhadores e privilegiou sempre o diálogo. Está assim provado que, mesmo nos momentos difíceis, as duas partes se podem entender.”

Por Jornal Rostos
“Foi com grande satisfação que a Comissão de Trabalhadores da Amoníaco de Portugal recebeu da Administração a notícia do arranque das fábricas de Amoníaco e Ureia. Mesmo que a sua sustentabilidade futura não esteja assegurada – estando sempre refém do mercado – segundo os responsáveis, não deixa de ser uma boa notícia para a esmagadora maioria dos trabalhadores” refere o comunicado enviado para a nossa redacção pela Comissão de Trabalhadores da Amoníaco de Portugal, empresa do Grupo CUF.
Comissão agiu com total independência e sentido de responsabilidade
“A Comissão de Trabalhadores não pode, portanto, deixar passar este momento – de alguma esperança – sem se dirigir aos trabalhadores. Foram eles que aprovaram a estratégia a seguir pela CT, durante esse largo e difícil período. A Comissão agiu, assim, com total independência e sentido de responsabilidade e fez várias diligências votadas pelos trabalhadores. Não entrou, portanto, no confronto pelo confronto, não trocou a descrição pelo ruído e não prescindiu da seriedade em favor da demagogia” – sublinha a Comissão de Trabalhadores.
Postura defendeu melhor os interesses dos trabalhadores
“A CT está certa de que, com esta postura defendeu melhor os interesses dos trabalhadores. Não significa, no entanto, que não tenha cometido erros, mas o resultado é francamente positivo. Com os contactos que desenvolveu – sem pretensionismos – contribuiu para um futuro menos turbulento para a nossa empresa. Será bom que os responsáveis da Empresa, com humildade, tenham em consideração esse clima favorável” – sublinha o comunicado da Comissão de Trabalhadores.
Administração honrou sempre os compromissos
“Seria injusto se a Comissão de Trabalhadores não referisse aqui, também, o comportamento correcto por parte da Administração. Durante este período difícil, honrou sempre os compromissos que tinha para com os trabalhadores e privilegiou sempre o diálogo. Está assim provado que, mesmo nos momentos difíceis, as duas partes se podem entender.
Com o arranque das fábricas, só por si, não ganhamos o futuro, mas, para já, ganhamos algum ânimo” – refere a finalizar a Comissão de Trabalhadores da AP – Amoníaco de Portugal.














