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Vida

“Cidade do Cinema” na Quimiparque - BarreiroVai criar 4000 postos de trabalho directos
. “Estado português deve ter uma palavra a dizer”

Segundo divulga o jornal on line “Portugal Diário”, foi confirmada por, Eduardo Martins, a informação de realização do investimento no nosso país, do projecto “Cidade do Cinema”, que, salienta-se “deverá nascer na margem Sul”, apontando-se o território da Quimiparque.

Este é um projecto que envolve cerca de 300 milhões de euros, liderado pelo emigrante, na Califórnia, Carlos Mattos, que deverá criar 4000 postos de trabalho directos.
“Queremos atrair investimentos europeus e americanos, mas o Estado português também deve ter uma palavra a dizer» - referiu ao “Portugal Diário”, Carlos Matos

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“Cidade do Cinema” na Quimiparque - Barreiro Vai criar 4000 postos de trabalho directos . “Estado português deve ter uma palavra a dizer”

Por Jornal Rostos

Entretanto, em contacto que mativemos com a Quimiparque, soubemos que o projecto continua a ser um dossier em aberto, sem conclusões definitivas.
Igualmente, pelo que apurámos poderá realizar-se, nos próximos dias uma visita do empresário Carlos Matos, ao Barreiro, dando continuidade a outros contactos anteriormente estabelecidos.

Pólo universitário para ajudar a desenvolver a indústria cinematográfica em Portugal

Segundo a notícia do PortugalDiário, Eduardo Martins, parceiro de negócio do investidor, anunciou, igualmete, a intenção de «erigir um pólo universitário no local, para ajudar a desenvolver a indústria cinematográfica em Portugal».
A localização da “Cidade do Cinema”, na margem Sul do Tejo, refere-se é favorecida pela localização do novo aeroporto de Lisboa, bem como a ligação ao TGV.
Sublinha-se que a intenção é atrair os grandes estúdios de Hollywood a filmar neste espaço.

Estado português também deve ter uma palavra a dizer

«Considero que Portugal é uma segunda Califórnia. Muitas vezes os realizadores de Nova Iorque têm de ir à Califórnia para filmarem, porque estão à procura do sol. Pois bem, Portugal tem todas as condições para receber estas mesmas produções, mas é preciso criar infra-estruturas. Queremos atrair investimentos europeus e americanos, mas o Estado português também deve ter uma palavra a dizer», referiu ao “Portugal Diário”, Carlos De Matos, um dos agraciados com Prémio COTEC de Empreendedorismo Inovador, na Diáspora Portuguesa, entregue pelo Presidente da República, em Viana do Castelo.

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