LBC Tanquipor - BARREIROSimulacro testa Plano de Emergência Interno
Os Bombeiros Voluntários do Sul Sueste (Barreiro) realizaram no passado dia 18 de
Novembro, no âmbito do Plano de Emergência Interno da LBC Tanquipor, um exercício de simulacro de uma fuga de acetato de vinilo, decorrente da ruptura total da linha de descarga da tubagem de saída de um dos tanques do complexo.
O simulacro contou com a presença do Adjunto do CODIS de Setúbal e do Comandante dos Bombeiros Voluntários do Barreiro – Corpo de Salvação Pública, na qualidade de observadores.
Novembro, no âmbito do Plano de Emergência Interno da LBC Tanquipor, um exercício de simulacro de uma fuga de acetato de vinilo, decorrente da ruptura total da linha de descarga da tubagem de saída de um dos tanques do complexo.
O simulacro contou com a presença do Adjunto do CODIS de Setúbal e do Comandante dos Bombeiros Voluntários do Barreiro – Corpo de Salvação Pública, na qualidade de observadores.

Por Jornal Rostos
O cenário do simulacro foi o seguinte: durante uma operação de movimentação de acetato de vinilo do tanque T-102, da unidade 100, ocorreu uma ruptura total da tubagem de saída do tanque, ocasionando um derrame não controlado, tendo o produto derramado ficado contido na bacia de retenção. O vapor entretanto produzido formou, com o ar, uma
atmosfera inflamável, apta a adquirir a energia de activação para entrar em combustão por causa fortuita. O alerta foi dado à Central de comunicações dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste, via telefone da Protecção Civil - Centro Municipal de Operações de Emergência (CMOE) do Barreiro, o qual funciona no quartel deste Corpo de Bombeiros.
Uma vez que se trata de um complexo com vários depósitos de combustível e outros produtos químicos, com enquadramento da Directiva SEVESO, foi necessário efectuar protecção aos tanques da unidade 300 (contendo gasóleo) com cortina de água, tendo para tal sido utilizado o VTGC01, recorrendo ao equipamento para combate a incêndios instalado no próprio veículo, e o VLCI01, o qual rebocou um equipamento de intervenção química contendo 300 litros de espuma e um monitor instalado no próprio reboque.
Simultaneamente foi instalada uma linha de espuma, recorrendo ao VUCI01, para cobertura do derrame e combate ao incêndio que entretanto deflagrou. Foi também efectuada a protecção ao tanque T-107 (contendo combustível de aviação) com cortina de água, recorrendo aos meios próprios do complexo da LBC Tanquipor.
No decurso do exercício de simulacro, foi necessário proceder à evacuação do complexo, tendo nesse procedimento ficado ferido um colaborador da LBC Tanquipor, o qual foi evacuado e transportado para a unidade hospitalar recorrendo à ABSC04. Foi ainda mobilizada para o local a ABSC01 sem que tivesse sido necessário accioná-la.
O exercício de simulacro envolveu ainda o VCOT01 e o VOPE02.
Dadas as condições do local, todas as comunicações com e entre os Grupos de Intervenção foram realizadas cara-a-cara, uma vez que não estavam disponíveis rádios com protecção Ex (Directiva ATEX) em número suficiente, lacuna que foi identificada no briefing final pelo Adjunto do CODIS de Setúbal.
O simulacro teve como objectivo a prevenção e controlo dos perigos associados a acidentes graves que possam envolver substâncias perigosas armazenadas no complexo da LBC Tanquipor, tendo-se concluído pelo sucesso das operações.
Fotos - LBC Tanquipor
atmosfera inflamável, apta a adquirir a energia de activação para entrar em combustão por causa fortuita. O alerta foi dado à Central de comunicações dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste, via telefone da Protecção Civil - Centro Municipal de Operações de Emergência (CMOE) do Barreiro, o qual funciona no quartel deste Corpo de Bombeiros.
Uma vez que se trata de um complexo com vários depósitos de combustível e outros produtos químicos, com enquadramento da Directiva SEVESO, foi necessário efectuar protecção aos tanques da unidade 300 (contendo gasóleo) com cortina de água, tendo para tal sido utilizado o VTGC01, recorrendo ao equipamento para combate a incêndios instalado no próprio veículo, e o VLCI01, o qual rebocou um equipamento de intervenção química contendo 300 litros de espuma e um monitor instalado no próprio reboque.
Simultaneamente foi instalada uma linha de espuma, recorrendo ao VUCI01, para cobertura do derrame e combate ao incêndio que entretanto deflagrou. Foi também efectuada a protecção ao tanque T-107 (contendo combustível de aviação) com cortina de água, recorrendo aos meios próprios do complexo da LBC Tanquipor.
No decurso do exercício de simulacro, foi necessário proceder à evacuação do complexo, tendo nesse procedimento ficado ferido um colaborador da LBC Tanquipor, o qual foi evacuado e transportado para a unidade hospitalar recorrendo à ABSC04. Foi ainda mobilizada para o local a ABSC01 sem que tivesse sido necessário accioná-la.
O exercício de simulacro envolveu ainda o VCOT01 e o VOPE02.
Dadas as condições do local, todas as comunicações com e entre os Grupos de Intervenção foram realizadas cara-a-cara, uma vez que não estavam disponíveis rádios com protecção Ex (Directiva ATEX) em número suficiente, lacuna que foi identificada no briefing final pelo Adjunto do CODIS de Setúbal.
O simulacro teve como objectivo a prevenção e controlo dos perigos associados a acidentes graves que possam envolver substâncias perigosas armazenadas no complexo da LBC Tanquipor, tendo-se concluído pelo sucesso das operações.
Fotos - LBC Tanquipor

















