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Vida

Sindicalistas em protesto no Feira Nova – BarreiroAcusam empresa de arrogância e preconceitos anti-sindicais

Os sindicalistas do CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal /CGTP+IN, promoveram hoje, junto ao Feira Nova, no Barreiro, uma acção de protesto, distribuindo a todos os clientes um comunicado, onde sublinham que – “a expressão pública dalguns problemas que afectam os trabalhadores é a consequência lógica da empresa se recusar a dialogar” e acrescentam que a “falta de razão” arrasta a empresa “para o terreno movediço da lavagem pública da roupa suja”.

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Sindicalistas em protesto no Feira Nova – Barreiro Acusam empresa de arrogância e preconceitos anti-sindicais

Por Jornal Rostos

Refere o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal que “há dois anos que se recusam dialogar com os representantes dos trabalhadores e a conhecer a multiplicidade de problemas que afectam os trabalhadores nos locais de trabalho”.
Sublinham o documento do sindicato que a empresa Jerónimo Martins/Pingo Doce, não cumpre as “normas de parentalidade”, não deixam as trabalhadoras “gozar o tempo de aleitação e amamentação ao domingo e feriado”.
Por outro lado sublinham que a empresa dificulta “a harmonização da vida profissional e familiar” e que tem “centenas de trabalhadores com categorias inferiores a exercer funções superiores”.
Segundo o sindicato “a vídeo vigilância e o som” são utilizados “para controlar os trabalhadores e os avaliar”.

Negação da realidade e a recusa do diálogo

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal refere que a empresa não ausculta a opinião dos representantes dos trabalhadores em matérias de segurança e higiene, formação profissional, organização de horários, entre outras matérias.
Segundo o sindicato a empresa “em vez de receber os representantes dos trabalhadores para analisar as questões colocadas num abaixo-assinado de 4 mil trabalhadores, distribuem um papel aos clientes com adjectivações e calúnias”.
No comunicado o sindicato refere que a empresa deve aos trabalhadores “diferenças salariais de 2008” e não respeita o estatuto de trabalhador estudante.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal sublinha que vai continuar a agir com serenidade e lamenta que “anos a fio” a empresa opte pela “negação da realidade e a recusa do diálogo”.

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