LBC Tanquipor – BARREIROTerceira Travessia do Tejo inviabiliza totalmente a operacionalidade do Terminal de Graneis Líquidos do Barreiro
. Consequências graves nos índices de emprego concelho do Barreiro, península de Setúbal e a nível nacional
A LBC Tanquipor, S.A., no seu parecer sobre o estudo de impacto ambiental sobre a Ponte Barreiro – Chelas, considera que “o projecto da TTT inviabiliza totalmente a operacionalidade do Terminal de Graneis Líquidos do Barreiro, logo desde a fase de construção, mesmo que a paralisação da actividade seja apenas temporária.”
Para a LBC tais impactes serão anulados se se proceder a uma de três medidas alternativas: alteração do traçado da ponte; alteração da solução arquitectónica, mediante aumento da altura livre e da distância entre pilares, na zona de bacia de manobra e canal de acesso ao Terminal de Líquidos; relocalização do cais (Jetty) de acesso de navios tanque ao terminal e construção dos pipelines de ligação do novo cais ao Terminal actual.”

Por Jornal Rostos
“Em consequência, inviabiliza o cluster da indústria química e adubeira nacional, bem como afecta de forma significativa toda a logística de distribuição de combustíveis da BP e da CEPSA.” – refere o Parecer da LBC Tanquipor, S.A.
Inviabiliza totalmente a actividade da FISIPE
A LBC Tanquipor, S.A., sublinha que “para além disso, irá ainda: inviabilizar totalmente a actividade da FISIPE – Fibras Sintéticas de Portugal, S.A; inviabilizar as actividades das seguintes indústrias, inseparáveis da actividade do Terminal: AP - Amoníaco de Portugal, S.A. e Resiquímica – Resinas Químicas, S.A”, e, acrescenta que “por via da inviabilização do fornecimento de Amoníaco, potenciar a inviabilização das seguintes indústrias: ADP – Adubos de Portugal, SA; AP - Amoníaco de Portugal, S.A.;CUF – Químicos Industriais, S.A.; DOW Portugal; Ar Líquido; Petrogal (Refinaria dos aromáticos, Matosinhos).”
Vai afectar de forma significativa a logística de combustíveis
LBC Tanquipor, S.A., refere igualmente que aTTT irá “afectar de forma significativa toda a logística de combustíveis das seguintes petrolíferas: BP Portugal – Comércio de Combustíveis e Lubrificantes, S.A. e CEPSA Portuguesa Petróleos, S.A.”
EIA é totalmente omisso quanto à identificação da LBC
Refere ainda a LBC Tanquipor, que “o EIA é totalmente omisso quanto à identificação da LBC Tanquipor, S.A. ou unidades industriais anteriormente identificadas como infra-estruturas afectadas pelo projecto, quanto à identificação/avaliação dos impactes sócio-económicos e identificação de medidas de minimização.”
Consequências graves nos índices de emprego
Nesse sentido a LBC Tanquipor “salienta as consequências graves resultantes da paralisação da LBC nos índices de emprego, actividade económica, rendimento e volumes de negócios, não só para o concelho do Barreiro e para a península de Setúbal, mas também a nível nacional.”
Incluir impactes da inviabilização da laboração da LBC
Considera ainda LBC Tanquipor, “que a remissão da responsabilidade para a APL não suprime as deficiências do EIA e que este deverá ser reformulado por forma a: definir os impactes negativos decorrentes da vedação do acesso dos navios tanque ao cais da LBC; incluir nesses impactes a inviabilização da laboração da LBC e das indústrias dependentes e as inerentes consequências socio-económicos; definir as várias medidas alternativas necessárias à anulação de tais impactes, procedendo ao seu estudo no âmbito do próprio EIA”.
Relocalização do cais de acesso de navios tanque ao terminal
Para a LBC tais impactes serão anulados se se proceder a uma de três medidas alternativas: alteração do traçado da ponte; alteração da solução arquitectónica, mediante aumento da altura livre e da distância entre pilares, na zona de bacia de manobra e canal de acesso ao Terminal de Líquidos; relocalização do cais (Jetty) de acesso de navios tanque ao terminal e construção dos pipelines de ligação do novo cais ao Terminal actual.”














