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Vida

SINESNovos investimentos na Índia

A economia indiana começa a mostrar sinais de recuperação na maior parte dos sectores de actividade do país. Esta vitalidade reflecte-se no forte crescimento do PIB no terceiro trimestre de 2009 (+7,9%) em comparação com o ano anterior, e num crescimento ainda maior na produção industrial (+9,2%). Este crescimento sustentado da indústria transformadora, conjuntamente com o aumento das vendas de automóveis e a expansão da siderurgia, impulsionados em grande medida por necessidades internas, tem estimulado a procura de gases industriais.

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Por Jornal Rostos

Neste contexto, a Air Liquide está a investir 30 milhões de euros na construção de novas capacidades de produção, de forma a aumentar para cerca de 540 toneladas por dia a produção de gases liquefeitos (oxigénio, azoto e árgon) no norte e oeste da Índia. Em Panipat, no norte da Índia, a produção aumentará em 400 toneladas por dia. Em Jhagadia (Gujarat), na Índia ocidental, será aumentada em 140 toneladas por dia.
A Air Liquide está a desenvolver a sua capacidade de produção na Índia para satisfazer o aumento da procura dos seus clientes nos sectores em crescimento. O Grupo conquistará uma posição de liderança no norte e oeste da Índia, duas regiões onde os mercados da siderurgia, automóvel e farmacêutico estão em forte expansão.
A Air Liquide investe ainda 6 milhões de euros num novo centro de produção perto de Chennai (sul da Índia) através da sua filial Cryolor., A nova fábrica, que irá produzir reservatórios de armazenamento criogénico a partir deste ano (2010), vai satisfazer a procura do crescente mercado de produtos de armazenamento criogénico na Índia e nos mercados vizinhos.

Jean-Marc de Royere, Vice-presidente executivo da zona Ásia-Pacífico, declarou: “Com cinco centros de produção que cobrem as cinco principais pólos industriais do norte e oeste do país, o Grupo será capaz de servir da melhor forma os seus clientes indianos. A Air Liquide oferece à Índia uma combinação única de tecnologias e serviços para os sectores industrial e medicinal. As economias emergentes são um motor de crescimento para o Grupo".

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