Monofásica na UCCIUnidade de Cuidados Continuados do Entroncamento
A Monofásica é a empresa responsável pelas instalações eléctricas, de comunicações e segurança desta importante obra que está em fase de conclusão.
O empreiteiro é a Ramos Catarino e o dono de obra a Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento.
Falámos com Nuno Lopes, responsável da Monofásica pela execução da obra, que nos contou todos os pormenores, desafios e importância para o cliente e para o país.
O empreiteiro é a Ramos Catarino e o dono de obra a Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento.
Falámos com Nuno Lopes, responsável da Monofásica pela execução da obra, que nos contou todos os pormenores, desafios e importância para o cliente e para o país.
Por Jornal Rostos
A obra iniciou em Fevereiro de 2010 e deverá estar concluída durante o mês de Setembro.
Teve uma importância acrescida para todos os intervenientes por ser a primeira unidade do género a ser construída de raiz no país, à qual outras se seguirão segundo um programa anunciado pelo governo.
Em termos funcionais e de valências esta infra-estrutura situa-se entre um hospital e um hotel, com salas de tratamento e com quartos e zonas comuns desenhados para proporcionar uma recuperação rápida e confortável num ambiente agradável. Em termos técnicos destaca-se a existência de dois grupos geradores, estando um afecto em exclusivo ao sistema de detecção e combate a incêndios, a instalação de fibra óptica em todos os pisos nas ligações aos bastidores, a optimização de toda a instalação eléctrica em termos funcionais, estéticos e também de custos de instalação e funcionamento.
O sistema de detecção e combate a incêndio apresenta elevada complexidade, actuando sobre o sistema de extinção hidráulico, corte seccionado de gás, extracção de fumos e sinal sonoro de forma automatizada.
O sistema de comunicações interno e externo também é bastante evoluído sendo gerido por um servidor e promovendo a funcionalidade e mobilidade dentro do edifício, atingindo maior velocidade de resposta por estar assente sobre fibra óptica.
A instalação eléctrica é gerida por consolas touchscreen o que evita a manobra de disjuntores nos quadros eléctricos e permite a criação de cenários pré definidos como por exemplo a activação automática de iluminação de vigília a partir de certa hora da noite.
A iluminação incorpora tecnologia LED baixando os consumos e aumentando a eficiência e componente estética. Em conjunto com o empreiteiro a Monofásica alterou toda a iluminação inicialmente prevista no projecto, melhorando a funcionalidade e estética, passando a incorporar produtos exclusivamente portugueses e reduzindo os custos de instalação e operação.
Outro desafio da obra prendeu-se com a necessidade de instalar no interior do edifício os grupos geradores que inicialmente estavam previstos colocar no exterior. A intervenção da Monofásica foi fundamental para encontrar a melhor solução em termos funcionais, de conforto e de segurança.
Para a Monofásica esta obra está a ser sem dúvida especial pois sabíamos desde o inicio a sua importância para todos os envolvidos e especialmente para a comunidade onde está inserida que lhe irá dar uso nos próximos anos, permitindo um muito significativo aumento da qualidade de serviço prestado aos seus utilizadores.
Teve uma importância acrescida para todos os intervenientes por ser a primeira unidade do género a ser construída de raiz no país, à qual outras se seguirão segundo um programa anunciado pelo governo.
Em termos funcionais e de valências esta infra-estrutura situa-se entre um hospital e um hotel, com salas de tratamento e com quartos e zonas comuns desenhados para proporcionar uma recuperação rápida e confortável num ambiente agradável. Em termos técnicos destaca-se a existência de dois grupos geradores, estando um afecto em exclusivo ao sistema de detecção e combate a incêndios, a instalação de fibra óptica em todos os pisos nas ligações aos bastidores, a optimização de toda a instalação eléctrica em termos funcionais, estéticos e também de custos de instalação e funcionamento.
O sistema de detecção e combate a incêndio apresenta elevada complexidade, actuando sobre o sistema de extinção hidráulico, corte seccionado de gás, extracção de fumos e sinal sonoro de forma automatizada.
O sistema de comunicações interno e externo também é bastante evoluído sendo gerido por um servidor e promovendo a funcionalidade e mobilidade dentro do edifício, atingindo maior velocidade de resposta por estar assente sobre fibra óptica.
A instalação eléctrica é gerida por consolas touchscreen o que evita a manobra de disjuntores nos quadros eléctricos e permite a criação de cenários pré definidos como por exemplo a activação automática de iluminação de vigília a partir de certa hora da noite.
A iluminação incorpora tecnologia LED baixando os consumos e aumentando a eficiência e componente estética. Em conjunto com o empreiteiro a Monofásica alterou toda a iluminação inicialmente prevista no projecto, melhorando a funcionalidade e estética, passando a incorporar produtos exclusivamente portugueses e reduzindo os custos de instalação e operação.
Outro desafio da obra prendeu-se com a necessidade de instalar no interior do edifício os grupos geradores que inicialmente estavam previstos colocar no exterior. A intervenção da Monofásica foi fundamental para encontrar a melhor solução em termos funcionais, de conforto e de segurança.
Para a Monofásica esta obra está a ser sem dúvida especial pois sabíamos desde o inicio a sua importância para todos os envolvidos e especialmente para a comunidade onde está inserida que lhe irá dar uso nos próximos anos, permitindo um muito significativo aumento da qualidade de serviço prestado aos seus utilizadores.














