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Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa - PalmelaVoltam os despedimentos em massa 700 só esta semana

. Solidariedade com os trabalhadores da Mactrading, Valsan, Páginas Amarelas/PT e Groundforce / TAP

. Sindicatos da CGTP e UGT tem que travar estes despedimentos

«Exigimos do Governo e dos empresários politicas criativas para a manutenção do emprego e não as politicas de “merceeiro do inicio do século passado”, que corta no mais fácil sem complexos sociais, lançando no desemprego os seus trabalhadores ao menor corte nos lucros e continuando a auferir escandalosos rendimentos fruto do trabalho alheio.» - refere o comunicado das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa.

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Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa - Palmela Voltam os despedimentos em massa 700 só esta semana

Por Jornal Rostos

Divulgamos o texto integral do comunicado das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa:

Voltam os despedimentos em massa, 700 só esta semana
Solidariedade com os trabalhadores da Mactrading, Valsan, Páginas Amarelas/PT e Groundforce / TAP

A Coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa, reunida hoje 12 de Novembro, repudia a onda de despedimentos e encerramentos a que voltamos a assistir no Pais.
Só esta semana, são mais de 700 os trabalhadores despedidos ou em processo de despedimento colectivo. Muitos mais se prevêem para o final do ano e início do próximo.

Os sindicatos da CGTP e UGT, tem que travar estes despedimentos, não queremos voltar a ver politicas sindicais que competem entre si pela melhor indemnização em detrimento da garantia de emprego.

Exigimos do Governo e dos empresários politicas criativas para a manutenção do emprego e não as politicas de “merceeiro do inicio do século passado”, que corta no mais fácil sem complexos sociais, lançando no desemprego os seus trabalhadores ao menor corte nos lucros e continuando a auferir escandalosos rendimentos fruto do trabalho alheio.

Para abrir as portas à privatização da TAP o Governo mantêm-se quedo e mudo perante o anunciado despedimento de 336 trabalhadores na empresa Grounforce.
Não podemos, nem devemos aceitar um despedimento que mais não é que a substituição de trabalhadores com direitos, por mão-de-obra mais barata.

Este despedimento feito por mail, é uma tentativa da asiatização das relações laborais em Portugal
Expressamos a nossa solidariedade com a luta dos trabalhadores da Groundforce, bem como com todos os trabalhadores vitimas de salários em atraso e ou processos de despedimento e afirmamos que:

-O movimento sindical e CTs, devem exigir ao Governo a retirada destes ataques, a garantia dos postos de trabalho, nomeadamente nas empresas onde o Estado tem capital como são o caso das Paginas Amarelas através da P.Telecom e da Groundforce /TAP.

- Chegou a hora da CGTP e da UGT integrarem na mobilização nacional para a greve geral, a exigência do fim da onda de despedimentos e a defesa das empresas públicas ao serviço da economia nacional.

Não aos despedimentos

Palmela 12 de Novembro de 2010
Coordenadora das CTs.do Parque Industrial da Autoeuropa

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