Comitiva de empresários chineses visita Sines para estudar a implementação de novos negócios
Mais um grupo de empresários chineses visitou o Porto de Sines no dia 08 de Julho, com o objectivo de verificar as condições de utilização desta infra-estrutura portuária e da sua Zona de Actividades Logísticas.
Foram estudadas as vantagens de utilização dos serviços regulares ao Extremo Oriente, Américas e Europa e o respectivo posicionamento de Sines no cruzamento destas rotas, utilizando os navios porta-contentores de última geração cujas fortes economias de escala permitem obter cadeias logísticas mais competitivas.
Foram estudadas as vantagens de utilização dos serviços regulares ao Extremo Oriente, Américas e Europa e o respectivo posicionamento de Sines no cruzamento destas rotas, utilizando os navios porta-contentores de última geração cujas fortes economias de escala permitem obter cadeias logísticas mais competitivas.

Por Jornal Rostos
Por outro lado, foi verificada in loco a possibilidade de instalar em Sines infra-estruturas de armazenagem e prestação de serviços às mercadorias, situação que poderá optimizar ainda mais as cadeias logísticas e criar mais valor na utilização de Sines como plataforma giratória dos fluxos entre as diferentes regiões do globo.
Actualmente, pensar em Sines é pensar globalmente num contexto de total integração internacional das cadeias logísticas. A disponibilidade de solo para a fixação de unidades industriais e logísticas junto ao porto, a existência de serviços directos aos principais mercados internacionais, bem como a rede de feeders e de vários shuttles ferroviários diários para os mercados próximos, fomentam hoje um novo enquadramento de Portugal para os empresários no estabelecimento das suas cadeias globais de abastecimento e de distribuição.
Actualmente, pensar em Sines é pensar globalmente num contexto de total integração internacional das cadeias logísticas. A disponibilidade de solo para a fixação de unidades industriais e logísticas junto ao porto, a existência de serviços directos aos principais mercados internacionais, bem como a rede de feeders e de vários shuttles ferroviários diários para os mercados próximos, fomentam hoje um novo enquadramento de Portugal para os empresários no estabelecimento das suas cadeias globais de abastecimento e de distribuição.














