Presidente da EMEF, Carlos Frazão anuncia encerramento da EMEF Barreiro“O quadro de pessoal do Barreiro vai ser aquele que vai sofrer uma maior redução»
Segundo divulga o jornal Económico, o presidente da EMEF, Carlos Frazão, confirma o encerramento das Oficinas da EMEF no Barreiro.
É referido que o encerramento irá processar-se em duas fases e implica uma redução entre 140 e 150 trabalhadores.
É referido que o encerramento irá processar-se em duas fases e implica uma redução entre 140 e 150 trabalhadores.

Por Jornal Rostos
Segundo o jornal Económico, Carlos Frazão, em entrevista à revista interna da CP, afirma que "o quadro de pessoal do Barreiro vai ser aquele que vai sofrer uma maior redução", adiantando que o número em causa "anda à volta de 140 a 150 pessoas".
A Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), detida pela CP, tem em curso um plano de reestruturação até 2015 que prevê, entre outras medidas de contenção de custos, o encerramento da oficina do Barreiro, que afectará centenas de trabalhadores.
Referea noticia do jornal Económico que "no Barreiro, está prevista (...) uma deslocalização em duas fases, iniciada com a deslocalização da manutenção ‘diesel´ de locomotivas e automotoras para o Poceirão. Numa segunda fase, a reparação também vai para o Poceirão".
Segundo Carlos Frazão, "vão ficar no Poceirão, no total, cerca de 20 pessoas para manutenção e 25 para reparação".
Sublinha o jornal Económico que desta forma, "as actuais instalações do Barreiro deixam de ser necessárias", pelo que se prevê uma tentativa de encaixe financeiro com a posterior alienação dos respectivos terrenos.
Estas matérias, têm sido, ao longo dos últimos tempos, contestadas pelas organizações dos trabalhadores ferroviários.
A Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), detida pela CP, tem em curso um plano de reestruturação até 2015 que prevê, entre outras medidas de contenção de custos, o encerramento da oficina do Barreiro, que afectará centenas de trabalhadores.
Referea noticia do jornal Económico que "no Barreiro, está prevista (...) uma deslocalização em duas fases, iniciada com a deslocalização da manutenção ‘diesel´ de locomotivas e automotoras para o Poceirão. Numa segunda fase, a reparação também vai para o Poceirão".
Segundo Carlos Frazão, "vão ficar no Poceirão, no total, cerca de 20 pessoas para manutenção e 25 para reparação".
Sublinha o jornal Económico que desta forma, "as actuais instalações do Barreiro deixam de ser necessárias", pelo que se prevê uma tentativa de encaixe financeiro com a posterior alienação dos respectivos terrenos.
Estas matérias, têm sido, ao longo dos últimos tempos, contestadas pelas organizações dos trabalhadores ferroviários.














