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Vida

Paulo Silva, Vice-Presidente da Baía Tejo - Barreiro / Almada / SeixalPlanos de descontaminação nos territórios contam com 12 milhões de euros para 2012

Paulo Silva, Vice-Presidente da Baía Tejo, no decorrer do programa Portugal em Directo, na Antena 1, transmitido do Barreiro, conduzido pela jornalista Teresa Quintela, revelou que vão prosseguir com os planos de descontaminação nos territórios da Quimiparque/ Baía Tejo.

“Para 2012 temos um plano de investimentos na ordem dos 12 milhões de euros e já temos assegurado os financiamentos necessários” – sublinhou Paulo Silva.

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Paulo Silva, Vice-Presidente da Baía Tejo - Barreiro / Almada / Seixal Planos de descontaminação nos territórios contam com 12 milhões de euros para 2012

Por Jornal Rostos

Paulo Silva, Vice-Presidente da Baía Tejo, referiu no decorrer do programa , realizado a propósito da extinção da Sociedade Arco Ribeirinho Sul, que num cenário de ser a Baía Tejo a assumir todas as funções que até aqui competiam àquela Sociedade ARS, - “mais do que pensar nos méritos ou deméritos desta decisão importa saber o futuro, e qual o melhor modelo para levarmos a bom porto os projectos que continuam a existir”.

O Vice-Presidente da Baía Tejo sublinhou que é preciso recalendarizar determinadas acções.
Recordou que existe um Plano de Urbanização aprovado em Almada, para a zona da Margueira, em que a primeira fase de arranque dos trabalhos irá ter início em breve.
Referiu, que no caso do Barreiro está a ser ultimado o processo da proposta do Plano de Urbanização da área da Quimiparque e zona envolvente.
No Seixal está também a ser ultimada a aprovação dos instrumentos de ordenamento do território que permitam requalificá-los.

Sobre uma possível calendarização (a curto prazo, dois/três anos) afirmou Paulo Silva que pretendem concluir a aprovação dos Planos e prosseguir com os planos de descontaminação nos territórios.
A este respeito, revelou, que “para 2012 temos um plano de investimentos na ordem dos 12 milhões de euros e já temos assegurado os financiamentos necessários. Desta forma, o plano de trabalhos para os próximos anos permitir-nos-á prosseguir com o modelo que vinha de trás e perceber por onde podemos começar em cada um dos territórios”.

Fonte - Noticia CMB

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