ACT promove campanha de avaliação de riscos psicossociaisA falta de recursos das empresas é o principal obstáculo à prevenção dos riscos psicossociais
Mais de 40% dos trabalhadores dos transportes e comunicações de Portugal acredita que o stresse afeta negativamente a sua saúde e segurança. Cerca de 79% dos gestores europeus estão igualmente preocupados com o stresse do trabalho.
Por Jornal Rostos
No âmbito de uma decisão do Comité dos Altos Responsáveis da Inspeção do Trabalho (CARIT), que inclui representantes dos países da União Europeia, a Autoridade para as Condições do Trabalho promove durante o ano de 2012 uma Campanha de Avaliação de Riscos Psicossociais no território nacional.
Esta iniciativa, inédita em Portugal, vai dar especial atenção aos riscos profissionais no setor da saúde, centrando a sua atuação na visita inspetiva para promover nas empresas e serviços uma melhor qualidade na avaliação do risco psicossocial. Noutros países europeus serão abrangidos por esta ação outros setores como os transportes e hotelaria e restauração.
A Campanha será oficialmente apresentada aos Parceiros Sociais, no Conselho Consultivo da ACT, pelo Inspetor Geral do Trabalho, José Luís Forte, no próximo dia 30 de Janeiro, nos Serviços Centrais da ACT, Av. Casal Ribeiro, 18-A, Lisboa, estando previsto um seminário de divulgação a 6 de Março, na mesma cidade. Ao longo do ano estão programadas diversas ações de informação e formação dos inspetores do trabalho que utilizarão vários instrumentos técnicos como guias, inquéritos e listas de verificação nas suas ações inspetivas. O assédio e os riscos associados ao stresse e á violência nos locais de trabalho serão os temas a privilegiar.
Segundos dados europeus de 2007 cerca de 8% dos trabalhadores portugueses afirmaram ter um ou vários problemas de saúde ligados ao trabalho, (média europeia estava em 8,7%) em que mais de 48% dos casos afetava a vida do dia-a-dia e cerca de 50% determinava uma situação de absentismo. Cerca de 19% declararam que esta afetação estava relacionada com aspetos da saúde mental e cerca de 50% com aspetos relativos à saúde física.
Mais de 40% dos trabalhadores dos transportes e comunicações de Portugal acredita que o stresse afeta negativamente a sua saúde e segurança. Cerca de 79% dos gestores europeus estão igualmente preocupados com o stresse do trabalho.
Segundo a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho o principal obstáculo á prevenção dos riscos psicossociais nas empresas portuguesas é, sem dúvida, a falta de recursos (65% dos casos), embora estejam sensíveis às exigências legais sobre a matéria.
Esta iniciativa, inédita em Portugal, vai dar especial atenção aos riscos profissionais no setor da saúde, centrando a sua atuação na visita inspetiva para promover nas empresas e serviços uma melhor qualidade na avaliação do risco psicossocial. Noutros países europeus serão abrangidos por esta ação outros setores como os transportes e hotelaria e restauração.
A Campanha será oficialmente apresentada aos Parceiros Sociais, no Conselho Consultivo da ACT, pelo Inspetor Geral do Trabalho, José Luís Forte, no próximo dia 30 de Janeiro, nos Serviços Centrais da ACT, Av. Casal Ribeiro, 18-A, Lisboa, estando previsto um seminário de divulgação a 6 de Março, na mesma cidade. Ao longo do ano estão programadas diversas ações de informação e formação dos inspetores do trabalho que utilizarão vários instrumentos técnicos como guias, inquéritos e listas de verificação nas suas ações inspetivas. O assédio e os riscos associados ao stresse e á violência nos locais de trabalho serão os temas a privilegiar.
Segundos dados europeus de 2007 cerca de 8% dos trabalhadores portugueses afirmaram ter um ou vários problemas de saúde ligados ao trabalho, (média europeia estava em 8,7%) em que mais de 48% dos casos afetava a vida do dia-a-dia e cerca de 50% determinava uma situação de absentismo. Cerca de 19% declararam que esta afetação estava relacionada com aspetos da saúde mental e cerca de 50% com aspetos relativos à saúde física.
Mais de 40% dos trabalhadores dos transportes e comunicações de Portugal acredita que o stresse afeta negativamente a sua saúde e segurança. Cerca de 79% dos gestores europeus estão igualmente preocupados com o stresse do trabalho.
Segundo a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho o principal obstáculo á prevenção dos riscos psicossociais nas empresas portuguesas é, sem dúvida, a falta de recursos (65% dos casos), embora estejam sensíveis às exigências legais sobre a matéria.














