EDP Distribuição cumpre Plano de Telecomando, em Setúbalobjetivo de tornar instalações manobráveis à distância
. Concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.
A EDP Distribuição investiu meio milhão de euros na motorização de cerca de 60 instalações da rede de Média Tensão da sua Área Operacional Setúbal – que serve os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal. Este investimento, previsto no Plano para 2011, cumpre o objetivo de tornar estas instalações manobráveis à distância.
A EDP Distribuição investiu meio milhão de euros na motorização de cerca de 60 instalações da rede de Média Tensão da sua Área Operacional Setúbal – que serve os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal. Este investimento, previsto no Plano para 2011, cumpre o objetivo de tornar estas instalações manobráveis à distância.

Por Jornal Rostos
Para além desta motorização de Postos de Transformação já existentes, a orientação da empresa vai no sentido de que todas as novas instalações deste tipo que venham a ser instalados na rede urbana fiquem já preparadas para evoluções tecnológicas futuras. Para consagrar essa vontade, o Plano de Telecomando define os locais da rede onde devem ser instalados esses equipamentos, de acordo com a gestão e as necessidades de condução da rede elétrica.
Ao tomar estas decisões e medidas a EDP Distribuição acompanha o desenvolvimento tecnológico, dotando a rede de órgãos de manobra mais eficientes e que garantem a prestação de um serviço com mais qualidade.
Algumas considerações
Uma das características do final do século XX é o aumento exponencial da população dos núcleos urbanos, e tudo indica que esta tendência vá acentuar-se neste século que ainda é uma criança. Em Portugal, onde os núcleos urbanos históricos têm conhecido um decréscimo da população, foram as zonas suburbanas que acolheram o êxodo do interior. Os bairros da periferia, antigos apêndices económicos das cidades históricas, tornaram-se, eles próprios, novas cidades. Cidades que precisam de Energia para viver.
Para dar vazão a esta expectativa, houve uma pressão rápida e cada vez maior sobre a Rede Elétrica existente, foi necessário prolongar linhas de média tensão, inserir novos Postos de Transformação, e ainda construir novas subestações para que a tensão mantivesse a “compostura” perante as cargas acrescidas.
O crescimento das cidades obrigou mesmo a rever a própria noção de Rede Elétrica, até porque a Eletricidade já não é encarada como algo excecional, um luxo, mas como algo tão normal como a água que se espera ver correr quando se abre uma torneira. Assim, o objetivo de hoje já não é o de “fazer chegar a eletricidade” a um local, mas algo mais exigente: manter o “abastecimento” desse local quando ocorre um imprevisto. Utilizando o jargão dos eletricistas, o objetivo é evitar que algo “fique em ponta”. Graficamente: ninguém quer descobrir que está no fim da linha quando uma máquina cortou o cabo que está de permeio.
Deste modo, o objetivo é fazer com que a Rede Elétrica seja cada vez mais… uma rede. Uma rede, um conjunto de “vias” que permitem que um ponto seja abastecido por locais diferentes. Eis então a rede, talvez o único modelo em que é saudável que os extremos se possam tocar.
E na rede elétrica, os pontos onde os extremos de podem tocar são os Postos de Seccionamento, locais em que a rede está aberta ou fechada de acordo com as necessidades de exploração. Tal é garantido através de órgãos de manobra que estão normalmente inseridos dentro de cabinas popularizadas com o nome de “PT” – e é do telecomando destes que estivemos a falar…
Ao tomar estas decisões e medidas a EDP Distribuição acompanha o desenvolvimento tecnológico, dotando a rede de órgãos de manobra mais eficientes e que garantem a prestação de um serviço com mais qualidade.
Algumas considerações
Uma das características do final do século XX é o aumento exponencial da população dos núcleos urbanos, e tudo indica que esta tendência vá acentuar-se neste século que ainda é uma criança. Em Portugal, onde os núcleos urbanos históricos têm conhecido um decréscimo da população, foram as zonas suburbanas que acolheram o êxodo do interior. Os bairros da periferia, antigos apêndices económicos das cidades históricas, tornaram-se, eles próprios, novas cidades. Cidades que precisam de Energia para viver.
Para dar vazão a esta expectativa, houve uma pressão rápida e cada vez maior sobre a Rede Elétrica existente, foi necessário prolongar linhas de média tensão, inserir novos Postos de Transformação, e ainda construir novas subestações para que a tensão mantivesse a “compostura” perante as cargas acrescidas.
O crescimento das cidades obrigou mesmo a rever a própria noção de Rede Elétrica, até porque a Eletricidade já não é encarada como algo excecional, um luxo, mas como algo tão normal como a água que se espera ver correr quando se abre uma torneira. Assim, o objetivo de hoje já não é o de “fazer chegar a eletricidade” a um local, mas algo mais exigente: manter o “abastecimento” desse local quando ocorre um imprevisto. Utilizando o jargão dos eletricistas, o objetivo é evitar que algo “fique em ponta”. Graficamente: ninguém quer descobrir que está no fim da linha quando uma máquina cortou o cabo que está de permeio.
Deste modo, o objetivo é fazer com que a Rede Elétrica seja cada vez mais… uma rede. Uma rede, um conjunto de “vias” que permitem que um ponto seja abastecido por locais diferentes. Eis então a rede, talvez o único modelo em que é saudável que os extremos se possam tocar.
E na rede elétrica, os pontos onde os extremos de podem tocar são os Postos de Seccionamento, locais em que a rede está aberta ou fechada de acordo com as necessidades de exploração. Tal é garantido através de órgãos de manobra que estão normalmente inseridos dentro de cabinas popularizadas com o nome de “PT” – e é do telecomando destes que estivemos a falar…














