EDP melhora qualidade e imagem no Bairro da Conceição, em Setúbal
A EDP Distribuição deu por terminada a remodelação completa das redes de Baixa Tensão e de Iluminação Pública que alimentam o Bairro da Conceição, em Setúbal. Esta obra implicou a reforma integral da cabine e equipamento elétrico do Posto de Transformação que serve o Bairro.

Por Jornal Rostos
O Bairro da Conceição - uma das áreas urbanas mais antigas da cidade de Setúbal - vai, agora, ficar servido por uma rede nova, exemplarmente estruturada e com elevados níveis de segurança, qualidade e fiabilidade. O redesenho do traçado da rede – e o facto de a grande maioria passar a ser constituída por cabos subterrâneos – vai também facilitar a intervenção em caso de avarias e ações de manutenção programada.
Esta renovação foi realizada em diálogo constante com as populações, o que facilitou a retirada da parte da antiga rede que se encontrava em as áreas privadas e as apertadas manobras a que obrigou a exiguidade do espaço disponível em alguns arruamentos.
A obra, que se desenvolvia desde 2009, representou um investimento, a custos totais, de cerca de 120 mil euros e – para além do aumento sensível na qualidade de serviço – acrescentou ao Bairro uma nítida melhoria no impacto visual. E contribuiu também para que seja muito mais positiva a imagem da EDP junto da população local.
O rigor. E a História
E vamos contar porquê.
O “Bairro da Conceição”, assim denominado na versão curta e mais popularizada do nome - mas incorreta, já que a placa que assinala a sua inauguração testemunha “Bairro Nossa Senhora da Conceição” - é um bairro construído numa zona que em 1942 era o limite urbano da cidade de Setúbal.
Com vivendas unifamiliares geminadas, construídas na versão estandardizada pelo Estado Novo, o núcleo mais característico do Bairro Nossa Senhora da Conceição tem a vantagem de ter nascido com um espaço acrescido nas traseiras dos edifícios: os quintais. “Para cultivar batatas”, dizem os mais lembrados.
Mas os quintais não serviram só de “habitat” para as batatas: o urbanizador escolheu esses espaços para plantar neles os postes para o fornecimento de energia. E a alimentação elétrica do bairro foi, então, feita por via aérea e de acordo com a tecnologia usada na época: a rede nua. Mais tarde, em finais dos anos 70, chegou o cabo torçada, a proporcionar menos avarias, certamente; mas também a ser suportado pelos mesmos postes plantados nos quintais.
Nesta intervenção, de que resultou ainda a colocação de mais algumas colunas de Iluminação Pública e a passagem a subterrâneo de alguns troços, a EDP satisfez uma velha reivindicação dos moradores e melhorou as condições de intervenção na rede de Baixa Tensão do Bairro, retirando quase todos os postes das propriedades particulares.
Esta renovação foi realizada em diálogo constante com as populações, o que facilitou a retirada da parte da antiga rede que se encontrava em as áreas privadas e as apertadas manobras a que obrigou a exiguidade do espaço disponível em alguns arruamentos.
A obra, que se desenvolvia desde 2009, representou um investimento, a custos totais, de cerca de 120 mil euros e – para além do aumento sensível na qualidade de serviço – acrescentou ao Bairro uma nítida melhoria no impacto visual. E contribuiu também para que seja muito mais positiva a imagem da EDP junto da população local.
O rigor. E a História
E vamos contar porquê.
O “Bairro da Conceição”, assim denominado na versão curta e mais popularizada do nome - mas incorreta, já que a placa que assinala a sua inauguração testemunha “Bairro Nossa Senhora da Conceição” - é um bairro construído numa zona que em 1942 era o limite urbano da cidade de Setúbal.
Com vivendas unifamiliares geminadas, construídas na versão estandardizada pelo Estado Novo, o núcleo mais característico do Bairro Nossa Senhora da Conceição tem a vantagem de ter nascido com um espaço acrescido nas traseiras dos edifícios: os quintais. “Para cultivar batatas”, dizem os mais lembrados.
Mas os quintais não serviram só de “habitat” para as batatas: o urbanizador escolheu esses espaços para plantar neles os postes para o fornecimento de energia. E a alimentação elétrica do bairro foi, então, feita por via aérea e de acordo com a tecnologia usada na época: a rede nua. Mais tarde, em finais dos anos 70, chegou o cabo torçada, a proporcionar menos avarias, certamente; mas também a ser suportado pelos mesmos postes plantados nos quintais.
Nesta intervenção, de que resultou ainda a colocação de mais algumas colunas de Iluminação Pública e a passagem a subterrâneo de alguns troços, a EDP satisfez uma velha reivindicação dos moradores e melhorou as condições de intervenção na rede de Baixa Tensão do Bairro, retirando quase todos os postes das propriedades particulares.














