Pequenos armadores da Xávega na Fonte da Telha - AlmadaReclamam a eliminação do tamanho mínimo no primeiro lance e a sua venda
De referir que esta reclamação da Fonte da Telha vai ao encontro e no mesmo caminho da proposta dos pescadores da Arte Xávega de Mira, Vagueira, Torreira, Furadouro, Cortegaça, Esmoriz e Espinho.

Por Jornal Rostos
Arte Xávega reclama o fim da limitação do peixe do primeito lance
O Sindicato realizou esta semana um Plenário com as campanhas da pesca e pequenos armadores da Xávega, na Fonte da Telha.
O Plenário centrou a discussão num problema que os atormenta nos últimos tempos e tem gerado o protesto cada vez maior dos pescadores: a apreensão pelas autoridades do carapau que não tem a medida legal, ou obrigando a joga-lo de novo ao mar, mesmo morto, sem qualquer aproveitamento e sem consequências na defesa da espécie.
Todos os que minimamente conhecem a Xávega sabem que é uma arte cega, que quando se larga a rede e depois se a puxa, não se sabe que peixe traz e muito menos se o carapau tem 12 ou menos centímetros.
O Plenário reclamou a eliminação do tamanho mínimo no primeiro lance e a sua venda, seguido da paragem da captura até à nova maré.
Esta reclamação da Fonte da Telha vai ao encontro e no mesmo caminho da proposta dos pescadores da Arte Xávega de Mira, Vagueira, Torreira, Furadouro, Cortegaça, Esmoriz e Espinho.
O STPSul em conjunto com a Federação dos Sindicatos da Pesca, comprometeram-se defender esta reclamação dos profissionais da Xávega, tendo sido já pedidas, com carácter de urgência, uma reunião com o Secretário de Estado do Mar, com a Comissão de Pescas da Assembleia da República e todos os grupos parlamentares.
Almada, 29 de Agosto de 2012
A Direcção do STPSul
Fonte e foto - STPSul














