CPPME-Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias EmpresasNão ao aumento da TSU
vigor aplicadas aos trabalhadores." - sublinha um comunicado da CPPME-Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Por Jornal Rostos
Não ao aumento da TSU
Na passada quarta-feira, o senhor Primeiro-ministro recebeu uma parte dos parceiros sociais para tardiamente falar sobre a Taxa Social Única – TSU.
A CPPME única Confederação Nacional que, em exclusivo, defende as micro, pequenas e médias empresas, muito embora veja negada a sua representação no Conselho Económico e Social – CES, em resultado de procedimentos discriminatórias e anti-democráticas, injustificáveis, não deixa de, energicamente, repudiar a anunciada tentativa de alteração perversa da TSU, exigindo que as taxas em vigor, sobre os trabalhadores, se mantenham, por forma a travar mais uma medida, seguramente, geradora de injustiça social e lesiva da economia e do País.
Medidas alternativas, despidas de previsíveis e nefastas consequências, em áreas tão diversas como a fiscalidade, o crédito, o investimento produtivo, a justiça e o apoio social, foram apresentadas pela CPPME, em reunião com o
senhor Primeiro-ministro, no passado mês de Julho.
O aumento da TSU sobre os salários e a redução do contributo das empresas para a segurança social, significam menos salário real, com inevitável quebra do poder de compra e do consumo e a consequente perda de sustentabilidade das micro e pequenas empresas. Também o desemprego, a pobreza e a exclusão social ganhariam novo e lamentável
fôlego a par de uma crescente fragilidade do sistema de Segurança Social.
A CPPME conhecedora da realidade do País e consciente dos gravosos impactos desta medida nas suas Associadas reafirma, com veemência, o repúdio a quaisquer alterações à TSU e exige a manutenção das taxas em vigor aplicadas aos trabalhadores.
Seixal, 20 de Setembro de 2012














