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Vida

Roupa, perfumes, relógios e produtos culturaisSão os desejos dos portugueses para este Natal

Os dados do estudo do Observador Cetelem sobre as intenções de consumo para o Natal 2012, revelam o que os consumidores portugueses gostavam de ter no sapatinho na manhã de 25 de Dezembro: a maioria prefere receber vestuário (36%), seguem-se os perfumes/relógios (24%) e os produtos culturais (24%). Os equipamentos informáticos (2%), os jogos eletrónicos e de vídeo (2%), os tablets (1%) estão entre os produtos menos desejados.

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Roupa, perfumes, relógios e produtos culturais São os desejos dos portugueses para este Natal

Por Jornal Rostos

Em 2011, as preferências dos portugueses já recaiam sobre o vestuário - 29%, menos 7% em relação a 2012; os perfumes e relógios são referenciados pelo mesmo número de inquiridos - 24%); e a vontade em receber produtos culturais sobe ligeiramente - 19% em 2011 e 24% em 2012.

Na análise do Observador Cetelem 2012, destaca-se ainda o facto dos indivíduos entre os 55 e os 65 anos colocarem os “cabazes de Natal” em segundo lugar nas suas preferências (14% contra uma média nacional de 5%). Tendência também acompanhada pelas classes mais baixas (C2+) que colocam este item em terceiro lugar, também com 14% dos inquiridos a referir que gostaria de receber este presente no Natal.

Os telemóveis mantêm-se no Top 5 das preferências para 7% dos portugueses, embora tenham descido um lugar no ranking em relação a 2011.

De salientar ainda a subida na preferência por presentes relacionados com viagens/lazer de quinto para quarto lugar: 8% dos consumidores gostaria de receber um presente destes no Natal 2012 e em 2011 apenas 5% colocou este item entre as suas preferências.

O estudo do Observador Cetelem sobre as “Intenções de Compra dos Consumidores Portugueses para o Natal 2012” foi realizado em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 500 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 1 a 3 de Outubro de 2012. O erro máximo é de +4,4 para um intervalo de confiança de 95%.

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