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Vida

Estudo do Cetelem sobre a Literacia Financeira dos portugueses revela:Juros, défice orçamental, dívida pública: são os termos financeiros que os portugueses conhecem melhor

Num inquérito realizado pelo Cetelem sobre literacia financeira verificou-se que 98% dos portugueses sabem o que são juros, 86,8% défice orçamental, 86,2% dívida pública, 86% dívida externa, 84,2% Euribor, 84% taxa de câmbio e 74,6% TAEG. Por outro lado, o revolving é o termo financeiro menos conhecido dos inquiridos (6%).

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Estudo do Cetelem sobre a Literacia Financeira dos portugueses revela: Juros, défice orçamental, dívida pública: são os termos financeiros que os portugueses conhecem melhor

Por Jornal Rostos

Além destas definições, o Cetelem quis ainda saber quais os produtos/serviços bancários que os portugueses conhecem e dos quais são titulares. Contas à Ordem é o produto mais conhecido dos portugueses (98%) e também aquele que reúne mais titulares, exatamente 94,6%. De seguida estão os Cartões de Débito, conhecidos por 94,8% dos inquiridos, no entanto, dos que estão familiarizados com este produto, apenas 83,4% dos inquiridos revelam tê-lo. Bem díspar é o Crédito Automóvel que é conhecido por 85,2% dos portugueses, mas destes apenas 16,2% afirma ser titular de um contrato de crédito para este fim.

«No Cetelem defendemos a máxima de que “um crédito é subscrito nas melhores condições se a entidade que o concede o faz de forma responsável e se quem o solicita está bem informado”. É segundo esta posição que pautamos toda a nossa atuação no mercado e definimos a missão. Em www.creditoresponsavel.com disponibilizamos guias de crédito explicativos, bem como uma seção de glossário, com explicação dos vários termos financeiros.», declara Diogo Lopes Pereira, diretor de Marketing do Cetelem.

O estudo Cetelem sobre a Literacia Financeira foi realizado entre os dias 18 e 25 de fevereiro em colaboração com a MultiDados, através de 500 entrevistas telefónicas a portugueses de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, residentes em Portugal. O erro máximo é de 4,4% para um intervalo de confiança de 95%. A maioria dos inquiridos pertence à classe socioeconómica C1 (28%), 21,4% à classe B e 18,2% à classe C2. Os rendimentos médios dos inquiridos situam-se entre os 1.050 e 1.500 euros (24,6%) e entre os 600 e os 1.050 euros (24%). 35,6% são licenciados e 25,8% têm o 12.º ano.

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