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Vida

AHRESP exige a imediata baixa da Taxa do IVA

As Jornadas da AHRESP 2013, que terminam hoje, e que contaram com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, na cerimónia encerramento, foram as mais decisivas de sempre, já que delas nasceram um conjunto de decisões baseadas nas conclusões de um longo e intenso debate que teve lugar na FIL de Lisboa, durante dois dias. Neste encontro, os associados apelaram para que sejam tomadas rapidamente medidas que evitem o colapso iminente do setor e permitam ao Turismo desempenhar o papel que lhe cabe no desenvolvimento da Economia Nacional.

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Por Jornal Rostos

Para esse efeito, a AHRESP entende que é urgente a redução do IVA dos serviços de Alimentação e Bebidas do sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas cada vez mais estrangulado e à beira do colapso. Por isso, os empresários entendem que o Grupo de Trabalho já criado pelo Governo, para estudar o impacto da fiscalidade e do IVA, no setor, deve urgentemente apresentar medidas concretas que possam ainda ser incluídas num próximo Orçamento Retificativo.

A AHRESP não tem dúvidas de que, se antes de 31 de julho, data exigida para a entrega das conclusões do Grupo de Trabalho, o Governo implementar medidas urgentes de reabilitação da restauração, nomeadamente a redução da taxa do IVA e reavaliação dos custos de contexto, poderá redesenhar uma nova política que, sem dúvida, impulsionará o tão ambicionado crescimento da economia portuguesa e das exportações, promovendo em simultâneo o estímulo ao investimento e ao empreendedorismo.

Refira-se que o canal HORECA ainda emprega 8% da população ativa, mantendo-se como um dos maiores empregadores nacionais que cria 10% de toda a riqueza nacional e 75% das receitas geradas pelo setor do Turismo, líder de exportações e principal caminho para a resolução da crise que Portugal vive. Recorde-se ainda que o Turismo dá um contributo de 8,1 mil milhões de euros para a balança corrente, com uma taxa de cobertura de 274% sobre as importações.

Urge assim que sejam tomadas rápidas medidas que permitam ao Turismo desempenhar o papel principal que lhe cabe.

Como refere o Presidente da AHRESP, Mário Pereira Gonçalves, “não entendemos a demora! Esperamos que estas Conclusões contribuam de forma profícua para que o Grupo de Trabalho Interministerial para a Fiscalidade e para que a Comissão de Orientação Estratégica para o Turismo, as utilizem para a salvação do nosso tecido empresarial”.

“É imperioso que a punitiva taxa do IVA sobre os serviços de Alimentação e Bebidas, baixe imediatamente para a taxa reduzida”, acrescentou ainda o Presidente da AHRESP.

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