Distrito de Setúbal presente na Concentração Nacional de Ferroviários ReformadosEm defesa do direito ao transporte (concessões)
Os ferroviários reformados concentraram-se hoje, dia 9 de Maio, junto às instalações do Conselho de Administração da CP, numa acção convocada pela CCRF-Comissão Central dos Reformados Ferroviários/IR-CGTP-IN, na qual estiveram presentes cerca de dois milhares de reformados ferroviários para exigir que os seus dirigentes fossem recebidos pelo presidente do CA da CP.

Por Jornal Rostos
Esta acção desenvolveu-se referem ”na continuação da luta em defesa do direito ao transporte, (concessões), conquistado com uma vida de trabalho e que consta no acordo de revogação do contrato de trabalho feito por muitos que saíram nos últimos tempos das empresas do sector”.
É salientado que – “devido á exigência dos reformados ferroviários, o presidente do CA da CP, acabou por receber os dirigentes da CCFR, mas, como já esperávamos, remeteu o ónus da questão para o Secretário de Estado dos Transportes e a Secretária de Estado do Tesouro”.
“Porque o caminho faz-se caminhando e o dos ferroviários reformados é lutando, e como não nos dão alternativa a luta é o caminho” - referem.
“Exigimos ao Governo e à Assembleia da República a revogação imediata do famigerado artigo nº. 144 da lei nº. 66-B/2012 de 31 de Dezembro, no próximo Orçamento Rectificativo e não como nos querem iludir no O.E. de 2014.”- é defendido na moção aprovada por unanimidade e aclamação, pelos participantes nesta acção.
É salientado que – “devido á exigência dos reformados ferroviários, o presidente do CA da CP, acabou por receber os dirigentes da CCFR, mas, como já esperávamos, remeteu o ónus da questão para o Secretário de Estado dos Transportes e a Secretária de Estado do Tesouro”.
“Porque o caminho faz-se caminhando e o dos ferroviários reformados é lutando, e como não nos dão alternativa a luta é o caminho” - referem.
“Exigimos ao Governo e à Assembleia da República a revogação imediata do famigerado artigo nº. 144 da lei nº. 66-B/2012 de 31 de Dezembro, no próximo Orçamento Rectificativo e não como nos querem iludir no O.E. de 2014.”- é defendido na moção aprovada por unanimidade e aclamação, pelos participantes nesta acção.














